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Tecnopolíticas Da Vigilância: Perspectivas Da Margem

معرفی کتاب «Tecnopolíticas Da Vigilância: Perspectivas Da Margem» نوشتهٔ Bruno Cardoso, Fernanda Bruno, Lucas Melgaço, Luciana Guilhon, Marta Kanashiro، منتشرشده توسط نشر Boitempo Editorial در سال 2018. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

A Boitempo lança a coletânea Tecnopolíticas da vigilância, organizada por Fernanda Bruno, Bruno Cardoso, Marta Kanashiro, Luciana Guilhon e Lucas Melgaço, livro que contempla os resultados das pesquisas e dos debates promovidos pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits), que opera, desde 2009, como um importante núcleo de reflexão do Sul global sobre as práticas e as instâncias da vigilância. A edição traz ainda textos traduzidos para o português de autores renomados no âmbito internacional das discussões sobre vigilância, entre eles o clássico 'Big Other: capitalismo de vigilância e perspectivas para uma civilização de informação', da professora da Harvard Business School Shoshana Zuboff. O livro analisa tanto o desenvolvimento de novas formas de vigilância e controle quanto a experimentação de resistências e subversões que dialogam com elas.O desenvolvimento tecnológico em torno da captação, do processamento, do armazenamento e da correlação de dados produziu novas formas de vigiar e ser vigiado. Desde as câmeras de vigilância, o rastreamento de compras e as operações algorítmicas nas tecnologias digitais até o uso de chips e drones, as teias da vigilância se alastram, tornando-se não somente temidas, mas também banalizadas, naturalizadas e muitas vezes desejadas.A obra está dividida em quatro partes: 'Governamentalidade e neoliberalismo', na qual autores renomados como Rodrigo José Firmino e a já mencionada Shoshana Zuboff discutem as implicações do uso de dados obtidos por máquinas de vigilância na esfera pública; 'Cultura da vigilância', em que os artigos se debruçam nos efeitos da hiperexposição do 'eu' em mídias sociais; '(In)visibilidades', tendo o uso de drones como principal tema e uma entrevista com o arquiteto e urbanista Paulo Tavares sobre a dimensão forense da arquitetura; e 'Tecnoresistências', que reúne casos em que as novas tecnologias são subvertidas para outros fins, como o mapeamento do espaço urbano e a conexão entre movimentos sociais. Em Duas revoluções, Perry Anderson examina a gênese e os desdobramentos das duas principais experiências revolucionárias que tentaram constituir sociedades alternativas ao capitalismo no século XX: as da Rússia e da China. Em chave histórico-comparativa, o autor coteja as vias por elas trilhadas desde seus triunfos originais, destrinchando as orientações estratégicas distintas que presidiram seus processos de reforma sistêmica, culminando em desfechos opostos e contrastantes. Como a Revolução Chinesa, partindo de e operando em condições bem mais desfavoráveis e precárias, conseguiu alcançar, no século XXI, impacto muito mais amplo e duradouro que o de sua precursora russa? o historiador britânico explora e articula algumas chaves para responder a essa indagação, entre as quais: as bases sociais distintas preservadas pelos respectivos regimes revolucionários em função das características das suas vias de acesso ao poder; o progresso diferenciado na consolidação de um estrato burocrático-conservador dominante; e a disparidade na abrangência das propostas de reforma sistêmica, à luz da legitimidade e autoridade revolucionárias de seus dirigentes-proponentes. Nesta edição da Boitempo, o texto de Anderson é acompanhado por uma crítica inteligente e minuciosa da pesquisadora Wang Chaohua, que discorda de sua proposição de que os processos de reforma na Rússia e na China tenham trilhado caminhos tão diferentes. Na visão de Wang, as transformações vividas pela China na década de 1980 teriam, na realidade, anteciPado sob direção estatal o traumático processo de restauração capitalista vivido pela Rússia uma década depois. Duas revoluções oferece ferramentas para decifrar o novo tipo de formação híbrida que emerge da transformação colossal e contraditória ocorrida na China. A Boitempo lana a coletnea Tecnopolticas da vigilncia, organizada por Fernanda Bruno, Bruno Cardoso, Marta Kanashiro, Luciana Guilhon e Lucas Melgao, livro que contempla os resultados das pesquisas e dos debates promovidos pela Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilncia, Tecnologia e Sociedade (Lavits), que opera, desde 2009, como um importante ncleo de reflexo do Sul global sobre as prticas e as instncias da vigilncia. A edio traz ainda textos traduzidos para o portugus de autores renomados no mbito internacional das discusses sobre vigilncia, entre eles o clssico Big Other: capitalismo de vigilncia e perspectivas para uma civilizao de informao, da professora da Harvard Business School Shoshana Zuboff. O livro analisa tanto o desenvolvimento de novas formas de vigilncia e controle quanto a experimentao de resistncias e subverses que dialogam com elas. O desenvolvimento tecnolgico em torno da captao, do processamento, do armazenamento e da correlao de dados produziu novas formas de vigiar e ser vigiado. Desde as cmeras de vigilncia, o rastreamento de compras e as operaes algortmicas nas tecnologias digitais at o uso de chips e drones, as teias da vigilncia se alastram, tornando-se no somente temidas, mas tambm banalizadas, naturalizadas e muitas vezes desejadas. A obra est dividida em quatro partes: Governamentalidade e neoliberalismo, na qual autores renomados como Rodrigo Jos Firmino e a j mencionada Shoshana Zuboff discutem as implicaes do uso de dados obtidos por mquinas de vigilncia na esfera pblica; Cultura da vigilncia, em que os artigos se debruam nos efeitos da hiperexposio do eu em mdias sociais; (In)visibilidades, tendo o uso de drones como principal tema e uma entrevista com o arquiteto e urbanista Paulo Tavares sobre a dimenso forense da arquitetura; e Tecnoresistncias, que rene casos em que as novas tecnologias so subvertidas para outros fins, como o mapeamento do espao urbano e a conexo entre movimentos sociais.
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