Patrística - A fé e o símbolo Primeira catequese aos não cristãos A disciplina cristã A continência - Vol. 32 - Santo Agostinho
معرفی کتاب «Patrística - A fé e o símbolo Primeira catequese aos não cristãos A disciplina cristã A continência - Vol. 32 - Santo Agostinho» نوشتهٔ Santo Agostinho، منتشرشده توسط نشر Paulus Editora در سال 2014. این کتاب در 2 صفحه، فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.
## Símbolo, ou Credo O termo símbolo (sýmbolon) tem origem no verbo grego syn-bállo, reunir, dentre outros significados, e designava, mormente, um objeto que, tendo sido partido, permitisse, ao serem reunidas as partes, identificar seus portadores como contraentes, ou herdeiros, de um pacto (estatal, ou familiar, ou pessoal), ou como unidos por laços de família, ou de amizade, ou de cidadania... Daí passou a ter um significado próximo ao de "selo" 16 e de uma espécie de carteirinha de identificação. 17 E assim entrou no cristianismo, como identificação; mas identificação da fé professada, 18 um compêndio que reúne as verdades da fé comum dos membros da Igreja. O Símbolo é também chamado credo (creio), seu primeiro termo em língua latina. O cristianismo da primeira hora, no entanto, não tinha um símbolo propriamente dito; no século I, fórmulas trinitárias 19 e cristológicas 20 o precedem. As fórmulas cristológicas eram mais querigmáticas, de anúncio do Cristo salvador, mas também chegaram a ser usadas no batismo. Já as fórmulas trinitárias eram normalmente litúrgicas. A formulação de ambas era ou mais ou menos variada; também o era, ainda que menos, seu conteúdo. No início do século III, estas fórmulas vão se fundindo e, por este mesmo período, e já como, digamos, uma manifestação in nuce do Símbolo, aparece a Regra da fé (Regula fidei). 21 Ainda que a nomenclatura da Regra da fé variasse de autor a autor 22 e suas formulações tivessem algumas diferenças, seu conteúdo era fundamentalmente o mesmo. A variação quanto ao conteúdo não poderia ser substancial, já que, como as fórmulas trinitárias e cristológicas, expressavam um conteúdo das sagradas escrituras, ou nelas baseado. Diversamente, no entanto, das fórmulas trinitárias e cristológicas, o contexto da Regra da fé era o da investigação filosófico-teológica, não o da liturgia; por isso era mais parecida, talvez, com uma espécie de "sumário genérico da fé cristã". 23 Com efeito, a Regra da fé é, neste período, usada como "a prova da ortodoxia e a salvaguarda contra doutrinas errôneas e heréticas". 24 No século IV, porém, será o Símbolo a assumir, de fato, esse critério de ortodoxia, principalmente a partir do Concílio de Niceia (325), quando, findadas as discussões, que versavam mormente sobre a divindade do Filho de Deus, os Padres conciliares apresentaram um Símbolo, um compêndio da fé ortodoxa da Igreja. O Símbolo de Niceia, ou Niceno, será, depois, completado no Concílio de Constantinopla (381) 25 e ficará conhecido como Símbolo Nicenoconstantinopolitano. 26 Quanto, porém, ao, assim chamado, Símbolo dos Apóstolos, já no final do século IV acreditava-se ter sido composto pelos doze. 27 Esse Símbolo desenvolveu-se a partir de um usado em Roma, por volta de 330 (mas que parece ter tido origem num texto grego do século II), e foi ampliado no sudoeste da França. Entre Niceia e Constantinopla, porém, surgiram vários outros símbolos, com fórmulas e fortunas diversas, que permitissem unificar católicos e hereges (sobretudo os arianos, que propunham expressões que diluíssem as referências sobre a igualdade do Pai e do Filho). Assim, alguns deles eram muito genéricos nas fórmulas, a ponto 2 Cf. Primeiro, Ao Vê-la, Causou-me Um Pouco De Medo; Fiz De Tudo Para Me Assegurar De Que Era Verdadeiramente A Mãe De Jesus: Deu-me Sinal Para Me Orientar. Depois De Um Momento, Fiquei Toda Contente; Mas Foi Tamanha A Comoção Que Me Senti Muito Pequena Diante Dela, E Tamanho O Contentamento Que Não Pude Pronunciar Palavra, Senão Dizer, Repetidamente, O Nome De 'mãe'. [...] Enquanto Juntas Conversávamos, E Me Tinha Sempre Pela Mão, Deixou-me; Eu Não Queria Que Fosse, Estava Quase Chorando, E Então Me Disse: 'minha Filha, Agora Basta; Jesus Pede-lhe Este Sacrifício, Por Ora Convém Que A Deixe'. A Sua Palavra Deixou-me Em Paz; Repousei Tranquilamente: 'pois Bem, O Sacrifício Foi Feito'. Deixou-me. Quem Poderia Descrever Em Detalhes Quão Bela, Quão Querida é A Mãe Celeste? Não, Certamente Não Existe Comparação. Quando Terei A Felicidade De Vê-la Novamente? A Bíblia Sagrada: Novo Testamento - Edição Pastoral oferece um texto acessível, principalmente às comunidades de base, círculos bíblicos, catequese e celebrações. Esta edição contém o Novo Testamento, com introdução para cada livro e notas explicativas, a proposta desta edição é renovar a vida cristã à luz da Palavra de Deus. Este é um grandioso trabalho que oferece respostas e explica os caminhos percorridos pela Bíblia até os dias atuais. Em estilo acessível, o autor descreve como a Bíblia cristã teve seu início, desenvolveu-se e por fim, se fixou. Lee Martin McDonald analisa textos desde a Bíblia hebraica até a literatura patrística. Dando continuidade ao projeto do YOUCAT, o presente livro apresenta a Doutrina Social da Igreja numa linguagem jovem. Esta obra conta ainda com prefácio do Papa Francisco, que manifesta o sonho de ter um milhão de jovens leitores da Doutrina Social da Igreja, convidando-os a ser Doutrina Social em movimento. A FÉ E O SÍMBOLO - Introdução A Fé e o Símbolo PRIMEIRA CATEQUESE AOS NÃO CRISTÃOS - Introdução PRIMEIRA CATEQUESE AOS NÃO CRISTÃOS A DISCIPLINA CRISTÃ - Introdução A DISCIPLINA CRISTÃ A CONTINÊNCIA - Introdução A continência
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