O Guia Cínico e Selvagem dos Jogos da Vida: Uma Expedição Obscena e Visceral pelo Esquema Conceitual do Possível
معرفی کتاب «O Guia Cínico e Selvagem dos Jogos da Vida: Uma Expedição Obscena e Visceral pelo Esquema Conceitual do Possível» نوشتهٔ Leandro Ortolan، منتشرشده توسط نشر KDP در سال 2022. این کتاب در فرمت epub، زبان pt ارائه شده است.
Eis aqui uma Filosofia extremamente acessível, compreensível, atual, necessária e dinâmica sobre você e o mundo. A existência é um jogo que se dá, simplesmente.Todos jogamos, mas só alguns sabem das regras – e por isso se saem melhor. Surgem sempre os leigos que, mesmo sem conhecerem sobre nada, se atrevem a explicar uma das partes do jogo como se fosse esta única parte o todo, sem perceberem que tudo é um violento fluxo interligado de movimentos caóticos, sempre a se transformar, e sem garantias de continuidades. Daí, erram gravemente, e sofrem as consequências que a vida dá aos perdedores. A questão central não é sobre o que você aparenta ser, e nem sobre a sua posição no mundo. É sobre quem você é, realmente, e principalmente sobre o que poderá vir a ser. É sobre as possibilidades, e isto faz desta Filosofia Selvagem algo muito necessário nestes tempos tão insanos e velozes, pois o livro atravessa todos os conhecimentos filosóficos a integrá-los no continuum, que expressa onde os nossos jogos e dão. O que é o Jogo da Vida? Qual a sua posição neste jogo? Quais são suas regras? O que sairá disso tudo? Como lidar com o abismo? Não há autoajuda nem gurus que respondam a isto, mas há cá uma Filosofia irreverente e cotidiana, chamada de Selvagem, que coloca tudo sob uma nova perspetiva, na qual há uma compreensão muito clara e profunda com o que realmente está a ocorrer com você e com o mundo. Estas são algumas das perguntas que poderão ser respondidas com base no Esquema Conceitual do Possível, um grande avanço para uma compreensão didática e funcional do processo existencial, detalhadamente apresentado nesta obra filosófica desenvolvida a partir de inusitadas reflexões dos fatos mais contemporâneos que pululam nas média, no cinema, nos seriados da Netflix, nas manifestações culturais e sociais, e nas recentes polarizações que começam a ocorrer no mundo, mas nada estranhamente da mesma forma. Este livro é recomendado para quem gosta de Filosofia, mas principalmente aqueles que esperam uma compreensão clara sobre a mesma, e deseja chegar a algum lugar de melhor domínio de conhecimento. Pois, é mesmo um livro de Filosofia, ainda que escrito com tamanha informalidade que passa a ser uma profusão de situações nas quais você facilmente se identificará, na sua vida cotidiana. É um livro dividido em capítulos cujos títulos são os tópicos e conceitos tratados, mas todos independentes, nos quais você poderá degustar um a um, quando sentir vontade de nutrir a mente com uma Filosofia facilmente compreensível e prática. Agora, depende apenas de você decidir adentrar ou não à selva filosófica. Até que ponto você iria para descobrir o que realmente está a ocorrer entre você e o mundo? Descubra a selva filosófica, nela está o que você sempre desejou saber... SOBRE O AUTOR: Leandro Ortolan é filósofo licenciado pela Universidade do Porto, em Portugal, país que o acolheu como imigrante. É um ítalo-brasileiro que um dia decidiu largar tudo e sair pelo mundo: e foi para a Ásia. Noutro dia, se viu de novo na Universidade, e algo saiu disso. Fez-se entusiasta de uma Filosofia prática e nada convencional: tanto divertida quanto multidisciplinar e sempre baseada nas perceções do cotidiano ao qual todos estamos a sobreviver. Elabora uma divertida e inusitada crítica existencial, mas sem nunca deixar de ser contundente, densa, profunda e visceral. Assim é a sua Filosofia Selvagem. O Pobre Tolo, escrito em 1923 e reescrito sete anos mais tarde, sob a designao de "elegia satrica", , segundo Tolentino de Mendona, no seu prefcio a esta obra, uma "fantasia ao crepsculo", um "drama sonhado na ponte de S. Gonalo". No meio da ponte de S. Gonalo, em Amarante, tendo, de um lado, a rua do Cuvelo e, do outro, o Largo, entre as duas margens do Tmega, esse "rio de verdes sombras liquefeitas", encontra-se um pobre tolo que, "parado e pasmado", contempla o rio. "No vou nem fico, no me decido", afirma, no conseguindo resolver-se quanto ao rumo a tomar. Parece estar condenado a permanecer no mesmo local, convivendo com os fantasmas que passam, discutindo a existncia consigo mesmo. O Pobre Tolo, Escrito Em 1923 E Reescrito Sete Anos Mais Tarde, Sob A Designação De Elegia Satírica, é, Segundo Tolentino De Mendonça, No Seu Prefácio A Esta Obra, Uma Fantasia Ao Crepúsculo, Um Drama Sonhado Na Ponte De S Gonçalo No Meio Da Ponte De S G
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