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کالونیسم توضیح داده شده جلد اول

O Calvinismo Explicado Vol-1

معرفی کتاب «کالونیسم توضیح داده شده جلد اول» (با عنوان لاتین O Calvinismo Explicado Vol-1) نوشتهٔ Francisco Tourinho، منتشرشده توسط نشر 1 در سال 2019. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

AGRADECIMENTOS PREFÁCIO SOBRE O LIVRO Calvinismo e Escolasticismo 1. PROVIDÊNCIA E CONCORRÊNCIA DIVINA Introdução 1 - O que é providência divina? 1.1 - Provas Escriturísticas da providência divina conforme entendido pela doutrina calvinista 2 – Podem os atos livres serem determinados? A isso afirmamos. Contra os defensores da liberdade libertária 2.1 – Provas Escriturísticas das declarações paradoxais 2.2 – A determinação dos atos livres 2.3 - Que tipo de liberdade a teologia reformada calvinista defende? 2.3.1 - Natureza não é instinto – contra a alegação de molinistas 3 – Analisando a liberdade libertária 3.1 – A Liberdade Libertária é impossível – contra molinistas e arminianos 3.1.1 – Gera absurdos lógicos e tornaria o homem igual a Deus 3.1.2 – A presciência de Deus se torna falível 3.1.2.1 – Refutando a presciência simples – contra arminianos 3.2 - A liberdade libertária é um pressuposto para a responsabilidade humana? – Isso negamos contra molinistas e arminianos 4 – Concursus providencial divino 4.1 – O concurso providencial é prévio, simultâneo ou moral? Afirmamos o primeiro. Negamos o segundo e o terceiro 4.1.1 – Argumentos bíblicos que endossam o concurso prévio – contra molinistas e arminianos 4.2 – Erros a serem evitados sobre a concorrência divina 4.2.1 – A ordem predicamental é distinta da ordem transcendental? Isso afirmamos 4.2.2 – O mover de Deus é simultâneo? Isso negamos contra molinistas e arminianos 4.3 – Argumentos filosóficos que rejeitam o concurso simultâneo e a ausência de concorrência – contra molinistas, arminianos e durandistas 4.4 - O mover de Deus, além de causal não é sempre indiferente – contra molinistas e arminianos 4.5 - Há em Deus um conhecimento natural, livre e médio? Afirmamos o primeiro e o segundo, impugnamos o terceiro 4.6 – O concurso providencial é moral? Isso negamos contra arminianos e scotistas 5 – A determinação divina nos leva ao fatalismo? Isso negamos 6 – Sobre a determinação dos atos pecaminosos 6.1 – Deus determina todas as coisas, mas não é o autor do pecado e do mal moral – contra a alegação de tomistas, molinistas, arminianos 6.2 – Resposta ao problema da determinação dos atos maus – seria Deus autor do pecado e do mal ao determinar um ato mau? 6.2.1 - Deus não coloca o mal em ninguém 6.2.2 - Deus torna os atos maus certos, portanto determinados, mas somente como causa primeira, nunca como causa segunda ou executor de tal ato 6.2.3 - E as polêmicas declarações de Calvino? Afirma ele que Deus deseja o mal e faz o homem pecar? Isso negamos 7 – O caso de Adão 7.1 – Se somos movidos de acordo com a nossa própria natureza, como Adão se inclinou para o mal, já que não tinha uma natureza depravada? 7.2 – Adão era perfeito, mas não absolutamente perfeito Conclusão 2. TEONTOLOGIA Introdução 1 – Quem é Deus? 1.1 - O nome de Deus é uma descrição do seu Ser, não uma designação – contra Testemunhas de Jeová e outras seitas 1.2 – Deus é ato puro 1.2.1 – Provas Escriturísticas de que Deus é Ato Puro 1.3 - Deus é eterno 1.3.1 – Objeções a esse conceito de eternidade 1.4 – Deus é absolutamente simples 1.5 – Algo é bom porque Deus quer, ou Deus quer algo porque é bom? Impugnamos a primeira e afirmamos a segunda – contra o voluntarismo de Duns Scotus e Gordon Clark 1.6 – A vontade de Deus 1.6.1 – Existe vontade primária e vontade secundária ou decreto de fim e decreto de meio? Isso afirmamos contra decretos condicionais 1.6.2 – Existe uma vontade decretiva e uma preceptiva? Isso afirmamos 1.6.3 – Existe vontade antecedente e consequente? A isso afirmamos ao nosso modo – contra tomistas, molinistas e arminianos 1.7 – O Infralapsarianismo é o posicionamento das Escrituras e nossa tradição? Isso afirmamos 1.8 – A impossibilidade do supralapsarianismo 1.9 – Negamos o amyraldismo 2 – Doutrina da Trindade 2.1 – Não há contradição entre Trindade e simplicidade. Trindade não é uma composição em Deus – contra Testemunhas de Jeová e outras seitas 2.2 – O Credo Niceno – a geração do Filho e processão do Espírito Santo envolve ou não uma comunicação de essência? A isso distinguimos os diferentes pontos de vista 2.3 – Deus é único, mas é Trino – provas escriturísticas da unidade na pluralidade 2.4 – Entendendo a lógica da Trindade 2.4.1 – Respondendo algumas objeções: Jesus sendo Deus pode ter um Deus acima de si? A isso distinguimos – contra arianos 2.4.1.1 A Morte de Estevão: Se Deus é Triuno, por que Estevão não viu o Espírito Santo? Conclusão CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS
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