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Nostalgia imperial - escravidão e formação da identidade nacional no Brasil do Segundo Reinado

معرفی کتاب «Nostalgia imperial - escravidão e formação da identidade nacional no Brasil do Segundo Reinado» نوشتهٔ Jorge Ferreira; villas-bôas Corrêa; alzira Alves De Abreu; fernando Lattman-weltman; mônica Almeida Kornis; salomão Quadros Da Silva; nildete Pereira De Melo; adilson De Oliveira; joão Lizardo De Araújo; suely Braga Da Silva; angela De Castro Gomes، منتشرشده توسط نشر Ponteio Edições در سال 2014. این کتاب در فرمت epub، زبان pt ارائه شده است.

Nos termos propostos em Nostalgia Imperial, a história do Império é a história da formação da matriz de civilização escravista da Nação. Matriz que perdurou, e se renovou ainda por muito tempo, em novas bases, na sociedade brasileira, mesmo depois da Abolição. Daí a proposição central de que na raiz da nostalgia do Império, que ainda se percebe aqui e acolá, encontra-se, velada ou abertamente, uma nostalgia da escravidão. A edição atualizada de O Guesa, poema épico em doze cantos e um epílogo, de Sousândrade, foi realizada pela pesquisadora Luiza Lobo, com revisão técnica de Jomar Moraes, e o apoio da Academia Maranhense de Letras. Apresenta, pela primeira vez, o texto estabelecido em português atual e de acordo com a reforma ortográfica de 2009. As quatro edições anteriores do poema completo eram fac-similares. Sem dúvida o poema se tornará muito mais acessível, conforme aponta o acadêmico Antonio Carlos Secchin na quarta capa, quando afirma que "é dos livros mais citados e menos lidos do Romantismo brasileiro". Após cinco anos de trabalho, Luiza Lobo apresenta um amplo leque de notas e referências, introdução e glossário contendo neologismos e palavras raras, inclusive estrangeiras. Estas não se limitam ao inglês, ao francês e ao espanhol, mas se estendem ao tupi, quíchua, holandês e ao grego. Também foi restabelecida a separação entre as estrofes, que tinha sido abolida na edição de Londres do Guesa, que serviu de base a este trabalho de amplo fôlego. O Guesa já foi tido por pré-modernista por Augusto e Haroldo de Campos, que o compararam ao imagismo de Pound. Afirma Benjamin Abdala Júnior que a literatura é feita de impactos, descontinuidades, subconjuntos, que variam com os tempos. Se algo sobrevive em Sousândrade, desde o romantismo, é sua capacidade de impactar o leitor. Não só pelo estilo "metafísico-existencial", nas palavras dos Campos, como, também, segundo acentua a pesquisadora, na sua antevisão de uma América unida através do ideal então revolucionário de uma república democrática. E, principalmente, pela concepção de um indianismo que ultrapassasse as fronteiras do nacional, apontando um universalismo cultural sem fronteiras, hoje considerado fundamental para um mundo sustentável. A década de 1950 no Brasil representou um momento de grande importância na história nacional. Além da consolidação da democracia que permitiu a ampliação do jogo partidário e da participação popular, após anos da ?ditadura estadonovista?, o período se destacou por um desenvolvimento industrial significativo oriundo de uma política nacional desenvolvimentista responsável pela criação da Petrobras e outras indústrias de peso . No entanto, o que ficou na lembrança dos brasileiros foi o episódio traumático do suicídio de Getúlio Vargas, um dos temas centrais abordados nesta coletânea de artigos. O livro veio a público pela primeira vez em 1994 e está sendo relançado para grande satisfação dos estudiosos e interessados por esta história contada por especialistas de diferentes áreas que tiveram o cuidado de torná-la acessível a um público amplo. "Extended essay based on secondary sources sees slavery as the social and political matriz for 19th-century formation of the nation. Dismissing popular nostalgia for 'empire as time of greatness,' author argues that this epoch was an elite creation resulting in an exclusionary 'nation without people' that set antidemocratic social and cultural patterns that persist today"--Handbook of Latin American Studies, v. 58. Ricardo Salles. Includes Bibliographical References (pages 199-210).
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