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Ninguém regula a América: guerras híbridas e intervenções estadunidenses na América Latina

معرفی کتاب «Ninguém regula a América: guerras híbridas e intervenções estadunidenses na América Latina» نوشتهٔ Ana Penido, Miguel Henrique Stédile، منتشرشده توسط نشر Expressão Popular در سال 2021. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

O livro “Ninguém regula a América – guerras híbridas e intervenções estadunidenses na América Latina”, de Ana Penido e Miguel Enrique Stédile, traz – por meio da análise das diversas formas de intervenção dos Estados Unidos na América Latina, desde as diretas até as mais recentes guerras híbridas – questões prementes para nossa região, inclusive os últimos golpes no continente, e particularmente, no Brasil. Assim – frente à nova reorganização da geopolítica mundial, na qual está inserido o papel da China, que organizou sua economia para a inserção em âmbito global, e que nos últimos anos tem procurado fortalecer sua posição diante da crise financeira internacional, e, neste contexto, é acompanhada pelo ressurgimento político, econômico e militar da Rússia – a obra ajuda a entender as mudanças na grande estratégia estadunidense, principalmente para a América Latina, em especial, o Brasil. Segundo os autores, os EUA acuados em algumas esferas de disputa, como a econômica e a tecnológica, se voltaram novamente para a América Latina. E, se for necessário, o império estadunidense recorre ao uso de formas mais sofisticadas e modernas de intervenção na soberania dos países, utilizando, em especial, as transformações tecnológicas nas comunicações e métodos de guerras não convencionais, chamados por alguns autores de guerras híbridas. Essa obra da Coleção Emergências – uma iniciativa da Fundação Rosa Luxemburgo e da Editora Expressão Popular – busca responder questões como: os EUA são um império em decadência ou uma força geopolítica reafirmando sua área de influência hegemônica? Estaríamos diante do ocaso final do império estadunidense ou seria essa somente mais uma fase na consolidação de seu poder? Para os autores, essa parece ser a questão de nossos tempos. E alertam: entender como as agressões estadunidenses aos Estados nacionais ocorrem na América Latina, a partir da análise dos últimos golpes no continente e do caso brasileiro, pode ser a chave para entendermos o que ainda está por vir. Quando o sculo XX estava terminando, apenas 20 anos atrs, tudo indicava que os prximos anos seriam de supremacia poltica, econmica, cultural e militar dos EUA. No toa, o historiador estadunidense Francis Fukuyama celebrou o fim da histria (Fukuyama, 1992): a Unio Sovitica, polo oposto na Guerra Fria, fora dissolvida; o capital financeiro, sediado em Wall Street, era o centro dinmico do capitalismo, e sua verso poltica, o neoliberalismo, era largamente adotado por pases perifricos, em especial na Amrica Latina. Seguindo, em teoria, as orientaes de organismos multilaterais, mas sob a direo de Washington como o Fundo Monetrio Internacional (FMI) e o Banco Mundial , empresas estatais e restries explorao da natureza foram transformadas em oportunidades de lucros para empresas do centro do capitalismo. Culturalmente, todo o mundo almejava o American way of life. Militarmente, a hegemonia em termos de equipamentos e tecnologia estadunidense era inconteste, e o pas reformulava sua estratgia militar para lidar com o que ele mesmo propunha como novas ameaas Introdução Do destino manifesto ao domínio de espectro total Guerras não convencionais e guerras híbridas A ofensiva sobre a América Latina A experiência brasileira: guerra híbrida? Conclusão Notas Referências Para saber mais Sobre os autores
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