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Modo capitalista de produção, agricultura e reforma agrária

معرفی کتاب «Modo capitalista de produção, agricultura e reforma agrária» نوشتهٔ Ariovaldo Umbelino de Oliveira، منتشرشده توسط نشر Faculdade de Filosofia در سال 2007. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

Apresentação 1. As abordagens teóricas da agricultura 1.1. A destruição dos camponeses e a modernização dos latifúndios 1.2. A permanência das relações feudais 1.3. A criação e recriação do campesinato e do latifúndio 2. A agricultura sob o feudalismo 2.1. A servidão 2.2. Os feudos 2.3. A comunidade aldeã feudal 3. A transição do Feudalismo ao Capitalismo 3.1. Propriedade parcelária X propriedade individual 3.2. Indústria doméstica X indústria capitalista urbana 3.3. O comerciante, a (e)migração e o assalariamento 3.4. As marcas da transição 4. A agricultura sob o modo capitalista de produção 4.1. A agricultura sob o capitalismo concorrencial 4.2. A agricultura sob o capitalismo monopolista 5 As relações de produção na agricultura sob o capitalismo 5.1. As relações capitalistas de produção 5.2. As relações não-capitalistas de produção 6. A renda da terra 6.1. Renda da terra diferencial I 6.2. Renda da terra diferencial II 6.3. Renda da terra absoluta 6.4. Renda da terra de monopólio 6.5. Renda da terra pré-capitalista 7. A concentração da terra e a reforma agrária 7.1. Reforma Agrária 7.2. Revolução Agrária 7.3. Reforma Agrária na Europa Em Portugal, depois da queda do regime salazarista, teve início a reforma agrária, com a ocupação espontânea de terras pelos camponeses sem terra incentivados por grupos de extrema esquerda. Inclusive, provocados por estas ações, chegou a ocorrer “levantes de camponeses contra o poder comunista nas zonas de minifúndio. Antes da revolução, a concentração de terras em latifúndios, ao Sul do Tejo era controlada em mais da metade por cerca de 1,1 % dos donos de terras no país.” (SANZ-PATOR, 1988:50) 7. 4. Reforma Agrária na Ásia O Japão até a Segunda Guerra Mundial apresentava uma estrutura fundiária extremamente fragmentada onde a quantidade média de terra por família era de apenas um hectare e, 34% do total das famílias agrícolas possuíam menos de 0,5 hectare. Em 1945, esta fragmentação, fazia com que os preços dos arrendamentos atingissem cerca de 50 a 60% do valor da produção bruta. Em 1946, os rendeiros representavam 70% dos camponeses e detinham para cultivo, 46% das terras no país. 7.5. Reforma Agrária em África Moçambique fez parte do império colonial português até 1975, quando a Frente de Libertação de Moçambique - Frelimo, sob a liderança de Samora Machel conquistou a independência após, longa guerra de guerrilha, e implantou no país um governo marxista. O país foi envolto em uma guerra civil, com a Resistência Nacional Moçambicana - Renamo, representando um grupo anticomunista com apoio da África do Sul. Em 1977, a Frelimo optou pelo socialismo e passou a orientar-se ideologicamente, pelo marxismo-leninismo. Decretou a nacionalização dos bancos estrangeiros e de várias empresas transnacionais, além da educação e da assistência médica. Na área rural foram criadas as aldeias comunitárias, uma forma de organização popular que tinha como meta, articular os camponeses organizando-os em formas coletivas de produção. A partir de 1983, o governo começou-se a discutir mudanças na política econômica, tais como a redução da importância dada aos grandes projetos agrícolas. O objetivo era passar a apoiar a criação de pequenas unidades agrícolas e industriais em oposição ao projeto anterior baseado nas grandes fazendas estatais, que já padeciam de ineficiência econômica e da excessiva centralização e burocratização. Em 1986, com a morte de Samora Machel, Joaquim Alberto Chissano assumiu ao governo. A partir de então, iniciou-se uma série de medidas que de certo modo contrariavam a estratégia econômica implantada até aquele momento. Foi reintroduzida no país, a propriedade privada da terra, e passou-se a adotar uma política mais flexível em relação aos investimentos estrangeiros e de estímulos aos investimentos dos produtores locais. Em 1989, o governo abandonou as orientações ideológicas marxistas leninistas e o caminho do socialismo, re-instituindo plenamente o capitalismo. Em 1996, o governo articulou com Nelson Mandela da África do Sul, a instalação, no norte de Moçambique em uma área de 200 mil hectares, de milhares de agricultores sul-africanos de origem européia. O programa de privatização do governo prosseguiu com a venda das companhias estatais. O Fundo Monetário Internacional-FMI e o Banco Mundial continuaram a supervisionar a economia do país, implantado suas políticas neoliberais. Assim, o governo explicitou sua política em 2004: 7.6. Reforma Agrária na América Central Em El Salvador, a reforma agrária veio no bojo da guerra civil travada pela Frente Farabundo Marti. "Esta é uma guerra entre os que têm e os que não têm. Um pequeno número de famílias é dono da maior parte da terra, enquanto a maioria dos camponeses nada tem. Enquanto isto não mudar, não haverá paz". (BENJAMIN, 1986:36) Este era o comentário geral no país durante a década de 80. Sob pressão dos Estados Unidos, o governo democrata-cristão começou a implantar a reforma agrária visando conter o apoio que os camponeses davam à Frente. Em Honduras, a reforma agrária foi assinada em 1962, com a instalação do Instituto Nacional de Reforma Agrária. Até o final da década nada foi realizado e em conseqüência os camponeses passaram a ocupar as terras abandonadas, de propriedade dos grandes latifundiários. Neste período, constituiram a União Nacional dos Camponeses, a mais combativa organização camponesa da América Central. O lider camponês Marcial Caballero, avaliando a reforma agrária em Honduras, afirmou: "Nenhum dos governos estava verdadeiramente interessado na reforma agrária", "Eles estão mais interessados em proteger os grandes proprietários rurais e as companhias frutfcolas norte-americanas. Só reagem por medo da pressão que vem de baixo".(BENJAMIN, 1986:38) 7.7. Reforma Agrária na América do Sul 8. Reforma Agrária no Brasil 8.1. A formação das Ligas Camponesas 8.2. O governo Goulart, o embate parlamentar e as legislações sobre a Reforma Agrária 8.3. A ditadura militar, o Estatuto da Terra e a contra-reforma agrária 8.4. O I PNRA e o governo da “Nova República” 8.5. A Constituinte de 1988 e a derrota do I PNRA 8.6. Os anos 90, os movimentos sócio-territoriais e a luta pela terra 8.7. O governo FHC e a reforma agrária PROJETOS DE REFORMA AGRÁRIA ATÉ 2000 8.8. O início do Século XXI, a reforma agrária e o agronegócio 8.8.2. Os camponeses e a produção de alimentos no Brasil 8.8.5. O MST e a reforma agrária 8.9. A NÃO Reforma Agrária do MDA/INCRA no governo LULA 9. Vocabulário crítico 10. Bibliografia
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