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Mobilidade Antirracista (Portuguese Edition)

معرفی کتاب «Mobilidade Antirracista (Portuguese Edition)» نوشتهٔ Nego Bispo، Luana Vieira، Lucas Koka Penteado، Marcelle Decothé، Matheus Alves، Mayra Ribeiro، Meimei Bastos، MC Martina، Monique Cruz، Movimento Passe Livre، Luana Costa، Neon Cunha، Nívea Sabino، Paíque Duques Santarém، Paulo Lima، Rafaela Albergaria، Tainá de Paula، Talíria Petrone، Tom Grito، Vitor Dias Mihessen، Higo Melo، Daniel Santini، Anna Nygård، Agenda Nacional pelo Desencarceramento، Ayanna Pressley، BNegão، Daniel Caribé، Denílson Araújo de Oliveira، Elisa Lucinda، GOG، Lúcia Xavier، Jô Pereira، João Bertholini، João Pedro Martins Nunes، Juliana Lama، Katarine Flor، Kelly Cristina Fernandes Augusto، Kazembe Balagun و Lisandra Mara، منتشرشده توسط نشر Autonomia Literária در سال 2021. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

Prefácio Uma saída para Joanas, Marias e Clarices Talíria Petrone Abre Pelo embarque antirracista!Se é o colonialismo que dirige o transporte, lutaremos para tomar seu leme Movimento Passe Livre Poder! Poder para o povo! E o poder do povo vai fazer um mundo novo! canto Pantera Negra traduzido livremente e entoado nas ruas pelo MPL 1. Segregação e racismo 1.1. Carta À Mãe África GOG 1.2. Mobilidade dos corpos racializados: entre liberdade e interdição Rafaela Albergaria A essencialidade da travessia O corpo jurídico da interdição Conclusão Referências 1.3. Ensaio sobre a mobilidade racista Paíque Duques SantarémApresentação A hipótese da mobilidade racista Categorias de distinção racial no transporte Territórios e imobilidades Fenótipo e aparência espacial Abordagem econômica da mobilidade racial Encarceramento modal Formulações em perspectiva Referências Anexos 1.4. Geopolítica da morte: periferias segregadas Denilson Araújo de Oliveira Introdução Entre a geografia, a geopolítica e a necropolítica Racismo – mobilidade – corporeidade Referências 1.5. Bem-vindos à Terceira Guerra Mundial Lucas Koka Penteado 1. Repressão, vigilância e controle 2.1. Coragem dá em pé de querer Meimei Bastos 2.2. Repressão e resistência: percursos e memória da luta por transporte em São Paulo desde 2013 Movimento Passe Livre – São Paulo Referências 2.3. Novas formas de controle policial na perspectiva da cartografia social: mobilidade racial urbana Marcelle Decothé e Monique Cruz Introdução“Se eu perder esse trem...”: controle, mobilidade e desigualdades raciais urbanas Próxima estação: fronteiras raciais da mobilidade Considerações finais Referências 2.4. Mobilidade urbana, encarceramento e violações de direitos: a quem serve que pessoas encarceradas fiquem cada vez mais inacessíveis? Agenda Nacional pelo Desencarceramento Toda prisão é política: os inimigos do Estado Prendem uma pessoa, punem uma família Para onde levar os inimigos do Estado: da letra da lei à realidade O longo caminho de quem “puxa cadeia” As transferências dos presos como instrumento de tortura e estratégia para omitir violações de direitos Saída popular pelo desencarceramento Referências 1. Mulheres negras e a cidade 3.1. Basta MC Martina 3.2. Gênero, raça e cidade: uma nova agenda urbana é necessária Tainá de Paula 3.3. Transicionar o coletivo é preciso João Bertholini e Neon Cunha O transporte é apenas parte da exclusão Os números em um país perverso e desigual Cotidiano violento e a omissão de quem assiste Política do ódio Liberdade e seus trajetos Referências 3.4. Mobilidade: território, gênero e raça – corpo político no combate ao racismo Jô Pereira Apresentação Território e raça Habitação e mercado de trabalho Corpos negros femininos e o espaço público Corpo-pessoa-menina-mulher-negra-periférica Maternidade e vida profissional Necropolítica Mobilidade e racismo – conclusão Referências 3.5. Ser mulher negra no transporte coletivo Mayra Ribeiro Referências 1. Espaços de existência e resistência 4.1. Quilombos, transfluência e saberes orgânicos – entrevista com Nego Bispo Paíque Duques Santarém 4.2. Segregação das religiões de matriz africana dos territórios, das manifestações e da estética dos espaços públicos Lúcia Xavier Introdução Religiões de matriz africana: destruição e adaptações diante do racismo religioso Religiões de matriz africana: resistência e luta Estratégias para superação do racismo religioso Referências 4.3. “Os aplicativos não estão no ramo do delivery, mas no ramo da exploração” – entrevista com Paulo Galo LimaKatarine Flor Referências 4.4. Liberdade para transitar, liberdade para respirar: a luta por tarifas justas na cidade de Nova Iorque Kazembe Balagun Lúcia Xavier Introdução Religiões de matriz africana: destruição e adaptações diante do racismo religioso Religiões de matriz africana: resistência e luta Estratégias para superação do racismo religioso Referências 4.3. “Os aplicativos não estão no ramo do delivery, mas no ramo da exploração” – entrevista com Paulo Galo LimaKatarine Flor Referências 4.4. Liberdade para transitar, liberdade para respirar: a luta por tarifas justas na cidade de Nova Iorque Kazembe Balagun Nívea Sabino 6.2. Financiamento do transporte coletivo soteropolitano: o melhor exemplo da falência de um modelo Daniel Caribé Cidade dividida AfobamentoLicitando a segregação A tarifa desregrada Fim de linha Referências 6.3. Também é pelo transporte que uma mulher negra não consegue chegar aonde ela quer: perspectiva interseccional sobre lógicas a que o sistema de transporte da cidade de São Paulo está sujeito Kelly Cristina Fernandes Augusto Abordagem Os ônibus estão para as periferias assim como os galhos estão para as folhas das árvores Vícios do setor privado sobrepostos ao interesse público Quando as periferias virarem centros Periferias têm cor e elas são pretas Referências 6.4. O pacto e o impacto dos transportes: mediocridade e mortandade na mobilidade urbana do Rio de Janeiro João Pedro Martins Nunes e Vitor Dias Mihessen Introdução Duas pessoas Duas mobilizações Duas hipóteses Pacto: mediocridade a serviço da desigualdade Transporte sem Desvio Não foi em vão Impacto: reflexos do sistema na vida do usuário Transporte bom e barato é possível Mobilidade, desigualdade e segurança nos trens metropolitanos ConclusõesReferências 1. Democracia e esperança 7.1. A juventude negra vai circular Lisandra Mara, Luana Costa e Luana Vieira Introdução Dinâmicas de produção e circulação nas cidades da periferia do sistema capitalista Corpos múltiplos das juventudes e o estado de emergência para pretos e pretas Se tem territorialidade, tem apartheid! Grito Griot: a periferia como ponto de partida para o pensamento BAIÃO DO BARREIRO Por João Paiva Considerações finais: mobilidade urbana como política de reparação Referências 7.2 Vidas negras importam Lei da Liberdade de Movimento Ayanna Pressley Tradução de Daniel Santini 7.3. Solidariedade internacional contra o racismo Anna Nygård Tradução de Daniel Santini Sobre as autoras, os autores e os entrevistados Posfácio Mobilidade e antirracismo, as lutas por justiça que correm nos trilhos do Brasil Vilma Reis 'Mobilidade antirracista'coloca em questão um dos aspectos mais importantes e menos discutidos do racismo: a espacialidade. O racismo é relação social e, como toda relação, se materializa em um espaço constituído por determinadas condições históricas. Pensar a'raça'de forma crítica é, portanto, considerá-la um construto socioespacial. Com efeito, características físicas e práticas culturais são apenas o dis- positivo que faz atuar sobre os indivíduos uma série de mecanismos de controle e de dominação. O tratamento dispensado pelo presente livro à questão da mobilidade urba- na nos leva a refletir como o racismo opera na configuração dos espaços e na determinação das condições com que os corpos se movimentam em cidades organizadas pela lógica da exploração capitalista. Por isso, a luta antirracista consiste na formulação teórica e na realização de práticas políticas que quebrem as interdições raciais e de classe. – Silvio Luiz de Almeida, presidente do Instituto Luiz Gama, doutor em direito, professor e advogado.'A partir de 2018, o brasileiro passou a gastar mais com transporte do que com alimentação, perdendo apenas para os gastos com habitação. Em média, 18% dos ganhos dos assalariados se destinam ao transporte. Quanto menor o rendimento das famílias, maior o percentual de gasto com o transporte público; quanto maior o rendimento, maior o gasto com compras de veículos.'– Talíria Petrone, deputada federal pelo PSOL-RJ e prefaciadora do livro.'Que diante dos abismos aprofundados com a Covid-19, com este livro possamos conduzir os trens da resistência para vencermos a pandemia do racismo, do sexismo e da segregação espacial brutal que se abate sobre o nosso povo.'– Vilma Reis, socióloga, ativista do Movimento de Mulheres Negras e cofundadora da Coletiva Mahin Organização de Mulheres Negras. "Mobilidade antirracista" coloca em questo um dos aspectos mais importantes e menos discutidos do a espacialidade. O racismo relao social e, como toda relao, se materializa em um espao constitudo por determinadas condies histricas. Pensar a "raa" de forma crtica , portanto, consider-la um construto socioespacial. Com efeito, caractersticas fsicas e prticas culturais so apenas o dis- positivo que faz atuar sobre os indivduos uma srie de mecanismos de controle e de dominao. O tratamento dispensado pelo presente livro questo da mobilidade urba- na nos leva a refletir como o racismo opera na configurao dos espaos e na determinao das condies com que os corpos se movimentam em cidades organizadas pela lgica da explorao capitalista. Por isso, a luta antirracista consiste na formulao terica e na realizao de prticas polticas que quebrem as interdies raciais e de classe. Silvio Luiz de Almeida, presidente do Instituto Luiz Gama, doutor em direito, professor e advogado. "A partir de 2018, o brasileiro passou a gastar mais com transporte do que com alimentao, perdendo apenas para os gastos com habitao. Em mdia, 18% dos ganhos dos assalariados se destinam ao transporte. Quanto menor o rendimento das famlias, maior o percentual de gasto com o transporte pblico; quanto maior o rendimento, maior o gasto com compras de veculos." Talria Petrone, deputada federal pelo PSOL-RJ e prefaciadora do livro. "Que diante dos abismos aprofundados com a Covid-19, com este livro possamos conduzir os trens da resistncia para vencermos a pandemia do racismo, do sexismo e da segregao espacial brutal que se abate sobre o nosso povo." Vilma Reis, sociloga, ativista do Movimento de Mulheres Negras e cofundadora da Coletiva Mahin Organizao de Mulheres Negras.
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