Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade
معرفی کتاب «Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade» نوشتهٔ Fernanda Bruno، منتشرشده توسط نشر Sulina در سال 2013. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.
Diante multiplicidade de maquinas e modos de ver e vigiar no contemporâneo, que definição de vigilância nos orienta? De que vigilância estamos falando? As abordagens que nos são familiares nos permitem apreender o que está em curso ou será preciso propor novos termos? Tais questões são recorrentes na reflexão sobre um processo que não apenas está em andamento, como ganha amplitude e complexidade em ritmo acelerado, exigindo uma revisão constante de nossas perspectivas. Somos frequentemente interpelados pela aparição de tecnologias, práticas, apropriações, sejam elas individuais, coletivas, corporativas, requerendo diversos deslocamentos: conceituais, metodológicos, estéticos, cognitivos, políticos, subjetivos. Introdução............................................................................................................7 Capítulo I Vigilância distribuída: indefinições do contemporâneo ...............................17 De que vigilância estamos falando?............................................................17 Por que vigilância distribuída?....................................................................24 Uma lista incompleta de sete atributos......................................................28 Tríplice regime de legitimação: segurança, visibilidade, eficácia............36 Capítulo II Ver e ser visto: subjetividade, estética e atenção............................................53 Topologias da subjetividade: interioridade e exterioridade...................56 A máquina panóptica e a tópica da interioridade......................................59 Tecnologias de comunicação e topologias da exterioridade...................66 Quem está olhando?......................................................................................75 Regimes escópicos e atencionais da vigilância...........................................84 Arquiteturas da regularidade e circuitos de controle: videovigilância.......................................................................87 Vigilância amadora e estéticas do flagrante: circuitos de prazer e entretenimento........................................................97 Estéticas da contravigilância e poéticas da atenção..............................114 Capítulo III Rastros digitais: Internet, participação e vigilância....................................123 Participe você também: vigiar e ser vigiado..............................................127 O usuário como vigilante...........................................................................134 Vigilância participativa?..............................................................................141 Sob a participação: monitoramento, mineração de dados e profiling na Internet..............................................144 Rastrear, monitorar, arquivar...................................................................149 Conhecer e classificar...............................................................................157 Individualização algorítmica....................................................................161 Predição, performatividade, proatividade................................................169 Delirar a máquina taxonômica...................................................................177 Referências........................................................................................................181
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