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História da Filosofia. Antiguidade e Idade Média - Volume 1 (Em Portuguese do Brasil)

معرفی کتاب «História da Filosofia. Antiguidade e Idade Média - Volume 1 (Em Portuguese do Brasil)» نوشتهٔ Giovanni Reale; Dario Antiseri; Álvaro Cunha (Tradutor); L. Costa (Revisor); H. Dalbosco (Revisor);، منتشرشده توسط نشر Paulus Editora. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

Vol. I. Apresentação Do Livro. Dados De Catalogação. PREFÁCIO. HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Antiguidade e Idade Média. Primeira parte: AS ORIGENS GREGAS DO PENSAMENTO OCIDENTAL. Capítulo I: Gênese, Natureza E Desenvolvimento Da Filosofia Antiga. 1. Gênese da filosofia entre os gregos. 1.1. A filosofia como criação do gênio helênico. 1.2. A impossibilidade da origem oriental da filosofia. 1.3. As cognições científicas egípcias e caldéias e as transformações nelas impressas pelos gregos. 2. As formas da vida grega que prepararam o nascimento da filosofia. 2.1. Os poemas homéricos e os poetas gnômicos. 2.2. A religião pública e os mistérios órficos. 2.3. As condições sociopolítico-econômicas que favoreceram o surgimento da filosofia. 3. Conceito e objetivo da filosofia antiga. 3.1. As conotações essenciais da filosofia antiga. 3.2. A filosofia como necessidade primária do espírito humano. 3.3. Os problemas fundamentais da filosofia antiga. 3.4. As fases e os períodos da história da filosofia antiga. Segunda parte: A FUNDAÇÃO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO - Os naturalistas pré-socráticos. Capítulo II - OS “NATURALISTAS” OU FILÓSOFOS DA “PHYSIS”. 1. Os primeiros jônicos e a questão do “princípio” de todas as coisas. 1.1. Tales de Mileto. 1.2. Anaximandro de Mileto. 1.3. Anaxímenes de Mileto. 1.4. Heráclito de Éfeso. 2. Os pitagóricos e o número como princípio. 2.1. Pitágoras e os chamados “pitagóricos”. 2.2. Os números como “princípio”. 2.3. Os elementos de que os números derivam. 2.4. Passagem do número às coisas e fundamentação do conceito de cosmos. 2.5. Pitágoras e o orfismo e a “vida pitagórica”. 2.6. O divino e a alma. 3. Xenófanes e os eleatas: a descoberta do ser. 3.1. Xenófanes e suas relações com os eleatas. 3.2. Parmênides e seu poema sobre o ser. 3.3. Zenão e o nascimento da dialética. 3.4. Melisso de Samos e a sistematização do eleatismo. 4. Os físicos pluralistas e os físicos ecléticos. 4.1. Empédocles e as quatro “raízes”. 4.2. Anaxágoras de Clazômenas: a descobertadas homeomerias e da inteligência ordenadora. 4.3. Lêucipo e Demócrito e o atomismo. 4.4. A involução dos últimos físicos em sentido eclético e oretorno ao monismo: Diógenes de Apolônia e Arquelaude Atenas. Terceira parte: A DESCOBERTA DO HOMEM - Os sofistas, Sócrates e os socráticos e a medicina hipocrática. Capítulo III: A SOFÍSTICA E O DESLOCAMENTO DO EIXO DA PESQUISA FILOSÓFICA DO COSMOS PARA O HOMEM. 1. Origens, natureza e finalidadedo movimento sofistico. 2. Protágoras e o método da antilogia. 3. Górgias e a retórica. 4. Pródico e a sinonímia. 5. A corrente naturalista da sofistica: Hípias e Antifonte. 6. Erísticos e sofistas-políticos. 7. Conclusões sobre a sofistica. Capítulo IV: SÓCRATES E OS SOCRÁTICOS MENORES. 1. Sócrates e a fundação da filosofia moral ocidental. 1.1. A vida de Sócrates e a questão socrática (o problema das fontes). 1.2. A descoberta da essência do homem (o homem é a sua psyché). 1.3. O novo significado de “virtude”e o novo quadro de valores. 1.4. Os paradoxos da ética socrática. 1.5. A descoberta socrática do conceito de liberdade. 1.6. O novo conceito de felicidade. 1.7. A revolução da “não-violência”. 1.8. A teologia socrática. 1.9. O "daimonion" socrático. 1.10. O método dialético de Sócrates e sua finalidade. 1.11. O “não saber socrático”. 1.12. A ironia socrática. 1.13. A “refutação” e a “maiêutica” socráticas. 1.14. Sócrates e a função da lógica. 1.15. Conclusões sobre Sócrates. 2. Os socráticos menores. 2.1. O círculo dos socráticos. 2.2. Antístenes e o prelúdio do cinismo. 2.3. Aristipo e a escola cirenaica. 2.4. Euclides e a escola de Mégara. 2.5. Fédon e a escola de Élida. 2.6. Conclusões sobre os socráticos menores. Capítulo V: O NASCIMENTO DA MEDICINA COMO SABER CIENTÍFICO AUTÔNOMO. 1. Como nasceram o médico e a medicina científica. 2. Hipócrates e o Corpus Hippocraticum. 3. As obras-primas do Corpus Hippocraticum. 3.1. “O mal sagrado” e a redução de todos os fenômenos morbosos a uma mesma dimensão. 3.2. A descoberta da correspondência estrutural entre as doenças, o caráter do homem e o ambiente na obra Sobre as águas, os ventos e os lugares. 3.3. O manifesto da medicina hipocrática: A medicina antiga. 4. O Juramento de Hipócrates. 5. O tratado Sobre a natureza do homem e a doutrina dos quatro humores. Quarta parte: PLATÃO E O HORIZONTE DA METAFÍSICA. Capítulo VI: PLATÃO E A ACADEMIA ANTIGA. 1. A questão platônica. 1.1. Vida e obras de Platão. 1.2. A questão da autenticidade e da evolução dos escritos. 1.3. Os escritos, as “doutrinas não escritas” e suas relações. 1.4. Os diálogos platônicos e Sócrates como personagem dos diálogos. 1.5. Recuperação e novo significado do “mito” em Platão. 1.6. Caráter poliédrico e polivalente do filosofar platônico. 2. A fundação da metafísica. 2.1. A “segunda navegação” ou a descoberta da metafísica. 2.2. O Hiperurânio ou o mundo das Idéias. 2.3. A estrutura do mundo das Idéias. 2.4. Gênese e estrutura do cosmos sensível. 2.5. Deus e o divino em Platão. 3. O conhecimento, a dialética, a retórica, a arte e a erótica. 3.1. A anamnese como raiz do conhecimento. 3.2. Os graus do conhecimento: a opinião e a ciência. 3.3. A dialética. 3.4. A arte como distanciamento da verdade. 3.5. A retórica como mistificação do verdadeiro. 3.6. A erótica como caminho alógico para o Absoluto. 4. A concepção do homem. 4.1. Concepção dualista do homem. 4.2. Os paradoxos da “fuga do corpo” e da “fuga do mundo” e seu significado. 4.3. A purificação da alma como conhecimento e a dialética como conversão. 4.4. A imortalidade da alma. 4.5. A metempsicose e os destinos da alma após a morte. 4.6. O mito de Er e seu significado. 4.7. O mito do carro alado. 4.8. Conclusões sobre a escatologia platônica. 5. O Estado ideal e suas formas históricas. 5.1. A estrutura da “República” platônica. 5.2. A “Política” e as “Leis”. 6. Conclusões sobre Platão. 6.1. O mito da caverna. 6.2. Os quatro significados do mito da caverna. 7. A Academia platônica e os sucessores de Platão. Quinta parte: ARISTÓTELES E A PRIMEIRA SISTEMATIZAÇÃO OCIDENTAL DO SABER. Capítulo VII: ARISTÓTELES E O PERÍPATOS. 1. A questão aristotélica. 1.1. A vida de Aristóteles. 1.2. Os escritos de Aristóteles. 1.3. A questão da evolução dos escritos e da reconstrução do pensamento de Aristóteles. 1.4. As relações entre Platão e Aristóteles. 2. A metafísica. 2.1. Definição da metafísica. 2.2. As quatro causas. 2.3. O ser e seus significados. 2.4. A problemática relativa à substância. 2.5. A substância, o ato, a potência. 2.6. A substância supra-sensível. 2.7. Problemas relativos à substância supra-sensível. 2.8. Relações entre Platão e Aristóteles acerca do supra-sensível. 3. A física e a matemática. 3.1. Características da física aristotélica. 3.2. Teoria do movimento. 3.3. O espaço, o tempo, o infinito. 3.4. O éter ou “quinta essência” e a divisão do mundo físico em mundo sublunar e mundo celeste. 3.5. A matemática e a natureza de seus objetos. 4. A psicologia. 4.1. A alma e sua tripartição. 4.2. A alma vegetativa e suas funções. 4.3. A alma sensitiva, o conhecimento sensível, o apetite e o movimento. 4.4. A alma intelectiva e o conhecimento racional. 5. As ciências práticas: a ética e a política. 5.1. O fim supremo do homem, ou seja, a felicidade. 5.2. As virtudes éticas como "justo meio entre os extremos”. 5.3. As virtudes dianoéticas e a felicidade perfeita. 5.4. Acenos à psicologia do ato moral. 5.5. A Cidade e o cidadão. 5.6. O Estado e suas formas. 5.7. O Estado ideal. 6. A lógica, a retórica e a poética. 6.1. A lógica ou “analítica”. 6.2. As categorias ou “predicamentos”. 6.3. A definição. 6.4. Os juízos e as proposições. 6.5. O silogismo em geral e sua estrutura. 6.6. O silogismo científico ou “demonstração”. 6.7. O conhecimento imediato: inferência e intuição. 6.8. Os princípios da demonstração e o princípio da não-contradição. 6.9. O silogismo dialético e o silogismo erístico. 6.10. Conclusões sobre a lógica aristotélica. 6.11. A retórica. 6.12. A poética. 7. Rápida decadência do Perípatos após a morte de Aristóteles. Sexta parte: AS ESCOLAS FILOSÓFICAS DA ÉPOCA HELENÍSTICA - Cinismo, epicurismo, estoicismo, ceticismo, ecletismo e o grande florescimento das ciências particulares. Capítulo VIII: O PENSAMENTO FILOSÓFICO NA ÉPOCA HELENÍSTICA. 1. A revolução de Alexandre Magno e a passagem da época clássica à época helenística. 1.1. As conseqüências espirituais da revolução operada por Alexandre Magno. 1.2. Difusão do ideal cosmopolita. 1.3. A descoberta do indivíduo. 1.4. O desmoronamento dos preconceitos racistas sobre a diferença natural entre gregos e bárbaros. 1.5. A transformação da cultura “helênica” em cultura “helenística”. 2. O florescimento do cinismo e a dissolução das escolas socráticas menores. 2.1. Diógenes e a radicalização do cinismo. 2.2. Crates e outros cínicos da época helenística. 2.3. Significado e limites do cinismo. 2.4. O desenvolvimento e o fim das outras escolas socráticas menores. 3. Epicuro e a fundação do “Jardim” (Képos). 3.1. O “Jardim” de Epicuro e suas nove finalidades. 3.2. O “cânon” epicureu. 3.3. A física epicuréia. 3.4. A ética epicuréia. 3.5. Os quatro remédios e o ideal do sábio. 3.6. Desenvolvimento do epicurismo na época helenística. 4. A fundação da Estoá. 4.1. Gênese e desenvolvimento da Estoá. 4.2. A lógica da Estoá antiga. 4.3. A física da Estoá antiga. 4.4. A ética da Estoá antiga. 4.5. O médio estoicismo: Panécio e Possidônio. 5. O ceticismo e o ecletismo. 5.1. Pirro e o ceticismo moral. 5.2. A Academia cética de Arcesilau. 5.3. O desenvolvimento do ceticismo acadêmico com Carnéades. 5.4. A reviravolta eclética da Academia com Fílon de Larissa. 5.5. A consolidação do ecletismo com Antíoco de Áscalon. 5.6. A posição de Cícero. Capítulo IX: OS DESENVOLVIMENTOS E AS CONQUISTAS DA CIÊNCIA NA ÉPOCA HELENÍSTICA. 1. Os acontecimentos que levaram à fundação do “Museu” e da “Biblioteca” e as conseqüências que daí derivaram. 2. O nascimento da filologia. 3. O grande florescimento das ciências particulares. 3.1. As matemáticas: Euclides e Apolônio. 3.2. A mecânica: Arquimedes e Héron. 3.3. A astronomia: o geocentrismo tradicional dos gregos, a revolucionária tentativa heliocêntrica de Aristarcoe a restauração geocêntrica de Hiparco. 3.4. O apogeu da medicina helenística com Erófilo e Erasístrato e sua posterior involução. 3.5. A geografia: Eratóstenes. 3.6. Conclusões sobre a ciência helenística. Sétima parte: O DESENVOLVIMENTO ÚLTIMO DA FILOSOFIA PAGÃ ANTIGA - As escolas na época imperial, Plotino e o neoplatonismo e os últimos desdobramentos da ciência antiga. Capítulo X: AS ESCOLAS PAGÃS NOS PRIMEIROS SÉCULOS DA ERA CRISTÃ. 1. Últimos testemunhos do epicurismo e sua dissolução. 1.1. Vitalidade do epicurismo nos primeiros dois séculos da era cristã. 1.2. Dissolução do epicurismo. 2. O renascimento da filosofia do Pórtico em Roma: o neo-estoicismo. 2.1. Características do neo-estoicismo. 2.2. Sêneca. 2.3. Epicteto. 2.4. Marco Aurélio. 3. O renascimento do pirronismo e o neoceticismo. 3.1. Enesídemo e o repensamento do pirronismo. 3.2. O ceticismo, de Enesídemo a Sexto Empírico. 3.3. O fim do ceticismo antigo. 4. Revivescência do cinismo. 5. Renascimento do aristotelismo. 5.1. A edição do Corpus Aristotelicum feita por Andrônicoe a descoberta dos escritos esotéricos. 5.2. Nascimento e difusão do “comentário” aos escritos esotéricos. 5.3. Alexandre de Afrodísia e sua noética. 6. O medioplatonismo. 6.1. Renascimento do platonismo em Alexandria e sua difusão. 6.2. Características do medioplatonismo. 6.3. Expoentes do medioplatonismo. 6.4. Significado e importância do medioplatonismo. 7. O neopitagorismo. 7.1. Renascimento do pitagorismo. 7.2. Os neopitagóricos. 7.3. As doutrinas dos neopitagóricos. 7.4. Numênio de Apaméia e a fusão entre neopitagorismo e medioplatonismo. 7.5. O Corpus Hermeticum e os Oráculos caldeus. Capítulo XI: PLOTINO E O NEOPLATONISMO. 1. Gênese e estrutura do sistema plotiniano. 1.1. Amônio Sacas, o mestre de Plotino. 1.2. A vida, as obras e a escola de Plotino. 1.3. O “Uno” como princípio primeiro absoluto, produtor de si mesmo. 1.4. A processão das coisas do Uno. 1.5. A segunda hipóstase: o Nous ou Espírito. 1.6. A terceira hipóstase: a Alma. 1.7. A processão do cosmos físico. 1.8. Origem, natureza e destino do homem. 1.9. O retomo ao Absoluto e o êxtase. 1.10. Originalidade do pensamento plotiniano: a contemplação criadora. 2. Desenvolvimento do neoplatonismo e fim da filosofia pagã antiga. 2.1. Quadro geral das escolas neoplatônicas, de suas tendências e de seus expoentes. 2.2. Proclo: última voz original da Antigüidade pagã. 2.3. O fim da filosofia pagã antiga. CAPÍTULO XII: A CIÊNCIA ANTIGA NA ÉPOCA IMPERIAL. 1. O declínio da ciência helenística. 2. Ptolomeu e a síntese da astronomia antiga. 2.1. Vida e obras de Ptolomeu. 2.2. O sistema ptolomaico. 3. Galeno e a síntese da medicina antiga. 3.1. Vida e obra de Galeno. 3.2. A nova figura do médico: o verdadeiro médico também deve ser filósofo. 3.3. A grande construção enciclopédica de Galeno e seus componentes. 3.4. As doutrinas cardeais do pensamento médico de Galeno. 3.5. As razões do grande sucesso de Galeno. 4. O fim das grandes instituições científicas alexandrinas e o declínio da ciência no mundo antigo. Oitava parte: A REVOLUÇÃO ESPIRITUAL DA MENSAGEM BÍBLICA. Capítulo XIII: A BÍBLIA E A SUA MENSAGEM. 1. Estrutura e significado da Bíblia. 1.1. Os livros que compõem a Bíblia. 1.2. O conceito de “Testamento”. 1.3. A inspiração divina da Bíblia. 2. Idéias bíblicas fundamentais possuidoras de particular relevância filosófica: além do horizonte dos gregos. 2.1. A dimensão revolucionária da mensagem bíblica. 2.2. O monoteísmo. 2.3. O criacionismo. 2.4. O antropocentrismo. 2.5. O Deus “nomoteta” e a lei como mandamento divino. 2.6. A Providência pessoal. 2.7. O pecado original, suas conseqüências e seu resgate. 2.8. A nova dimensão da fé e o Espírito. 2.9. O Eros grego, o amor (agápe) cristão e a graça. 2.10. A revolução de valores operada pelo cristianismo. 2.11. A imortalidade da alma nos gregos e a ressurreição dos mortos nos cristãos. 2.12. O novo sentido da história e da vida do homem. 2.13. Pensamento grego e mensagem cristã. Nona parte: A PATRÍSTICA - A elaboração da mensagem bíblica e o filosofar na fé. Capítulo XIV: A ELABORAÇÃO DA MENSAGEM BÍBLICA NA ÁREA CULTURAL DE LÍNGUA GREGA. 1. Problemas doutrinários e filosóficos que emergiram do impacto com a Bíblia. 2. Um precursor: Fílon de Alexandria e a filosofia mosaica. 3. A gnose. 4. Os apologistas gregos e a primeira elaboração filosófica do cristianismo, realizada pela escola catequética de Alexandria. 4.1. Os apologistas gregos do século II: Aristides, Justino e Taciano. 4.2. A escola catequética de Alexandria: Clemente e Orígenes. 5. A idade de ouro da Patrística (século IV e primeira metade do século V). 5.1. As personagens mais significativas da idadede ouro da Patrística e o símbolo niceno. 5.2. Os luminares da Capadócia e Gregório de Nissa. 6. As últimas grandes figuras da Patrística grega: Dionísio Areopagita, Máximo, o Confesssor, e João Damasceno. 6.1. Dionísio Areopagita e a teologia apofática. 6.2. Máximo, o Confessor, e a última grande batalha cristológica. 6.3. João Damasceno. Capítulo XV: A PATRÍSTICA LATINA E SANTO AGOSTINHO. 1. A Patrística latina antes de santo Agostinho. 1.1. Minúcio Félix e o primeiro escrito apologético cristão-latino. 1.2. Tertuliano e a polêmica contra a filosofia. 1.3. Escritores cristãos do século III e princípios do século IV: Cipriano, Novaciano, Arnóbio e Lactâncio. 1.4. Tradutores, comentadores e eruditos cristãos do século IV. 2. Santo Agostinho e o apogeu da Patrística. 2.1. A vida, a evolução espiritual e as obras de santo Agostinho. 2.2. O filosofar na fé. 2.3. A descoberta da “pessoa” e a metafísica da interioridade. 2.4. A verdade e a iluminação. 2.5. Deus. 2.6. A Trindade. 2.7. A criação, as Idéias como pensamentos de Deus e as razões seminais. 2.8. A estrutura da temporalidade e a eternidade. 2.9. O mal e seu estatuto ontológico. 2.10. A vontade, a liberdade, a graça. 2.11. A “Cidade terrena” e a “Cidade divina”. 2.12. A essência do homem é o amor. Décima parte: GÊNESE, DESENVOLVIMENTO E DISSOLUÇÃO DA ESCOLÁSTICA - Razão e fé na Idade Média. Capítulo XVI: DA PATRÍSTICA À ESCOLÁSTICA. 1. A obra de Severino Boécio. 1.1. Boécio: "o último dos romanos e o primeiro dos escolásticos”. 1.2. Boécio e o “quadrado lógico da oposição” das proposições categóricas. 1.3. Os medievais e o quadrado da oposição. 1.4. Proposições hipotéticas e silogismos hipotéticos. 1.5. O De Consolatione Philosophiae: Deus é a própria felicidade. 1.6. O problema do mal e a questão da liberdade. 1.7. Razão e fé em Boécio. 2. As Institutiones de Cassiodoro. 3. As Etymologiae de Isidoro de Sevilha. Capítulo XVII: AS PRIMEIRAS TEORIZAÇÕES DA RATIO EM FUNÇÃO DA FIDE. 1. As “escolas”, a “universidade” e a “escolástica”. 1.1. As “escolas” e a “escolástica”. 1.2. A universidade. 1.3. Efeitos transformadores da universidade. 1.4. Razão e fé. 1.5. Faculdade das artes e faculdade de teologia. 1.6. A “cidade de Deus” de Agostinho. 1.7. A concepção trinitária da história de Joaquim de Fiore. 1.8. Cronologia. 2. João Escoto Eriúgena. 2.1. A primeira teorização da ratio em função da fé. 2.2. A figura e a obra de Escoto Eriúgena. 2.3. Escoto Eriúgena e o Pseudo-Dionísio. 2.4. O De divisione naturae. 2.5. Reflexos sociopolíticos. 2.6. A razão em função da fé. 3. Anselmo de Aosta. 3.1. A vida e as obras. 3.2. As provas da existência de Deus. 3.3. Deus e o homem. 3.4. A razão no interior da fé. 4. A escola de Chartres. 4.1. Tradição e inovação. 4.2. As artes do trívio na perspectiva religiosa. 4.3. O Timeu de Platão. 5. A escola de São Vítor. 5.1. O Didascalicon de Hugo de São Vítor e as ciências. 5.2. O Didascalicon e a filosofia. 5.3. O Didascalicon e a mística. 6. Pedro Abelardo. 6.1. A vida e as obras. 6.2. A “dúvida” e as “normas da pesquisa”. 6.3. A dialética e suas funções. 6.4. A ratio e o seu papel em teologia. 6.5. Princípios fundamentais da ética. 6.6. “Intelligo ut credam”. 7. A grande controvérsia sobre os universais. 7.1. Os estudos “gramaticais” e a “dialética”. 7.2. O problema dos universais. 7.3. Alguns desdobramentos da questão dos universais. 8. Os livros das Sentenças de Pedro Lombardo. 9. João de Salisbury: os limites da razão e a autoridade da lei. Capítulo XVIII: O SÉCULO XIII E AS GRANDES SISTEMATIZAÇÕES DA RELAÇÃO ENTRE RAZÃO E FÉ. 1. A situação política e cultural. 1.1. A situação político-social e as instituições eclesiásticas. 1.2. A situação cultural. 2. O aristotelismo de Avicena. 2.1. Avicena: a figura e a obra. 2.2. O ser possível e o ser necessário. 2.3. A “lógica da geração” e a influência de Avicena. 3. O aristotelismo de Averróis. 3.1. A figura e as obras. 3.2. Primado da filosofia e eternidade do mundo. 3.3. Unicidade do intelecto humano. 3.4. Conseqüências da unicidade do intelecto. 3.5. As primeiras condenações do aristotelismo. 4. Moisés Maimônides e a filosofia judaica. 5. Como as culturas grega e árabe penetraram no Ocidente. A obra dos tradutores e o collegium de Toledo. 6. Alberto Magno. 6.1. Alberto Magno: a figura, a obra e o programa de investigação. 6.2. A distinção entre filosofia e teologia. 6.3. Filósofos gregos e teólogos cristãos. 6.4. O interesse científico. 7. Tomás de Aquino. 7.1. A vida e as obras. 7.2. Razão e fé, filosofia e teologia. 7.3. A teologia não substitui a filosofia. 7.4. Estrutura fundamental da metafísica. 7.5. Os transcendentais: uno, verdadeiro e bom. 7.6. A analogia do ser. 7.7. Os cinco caminhos para provar a existência de Deus. 7.8. Lex aetema, lex naturalis, lex humana e lex divina. 7.9. Direito natural e direito positivo. 7.10. A fé, guia da razão. 8. Boaventura de Bagnoregio. 8.1. O movimento franciscano. 8.2. São Boaventura: a vida e as obras. 8.3. Alexandre de Hales e Boaventura. 8.4. A filosofia é autônoma?. 8.5. A origem dos erros do aristotelismo. 8.6. O exemplarismo. 8.7. As rationes seminales. 8.8. Conhecimento humano e iluminação divina. 8.9. Deus, o homem e a pluralidade das formas. 8.10. Boaventura e Tomás: “uma” fé e “duas” filosofias. 8.11. A razão escreve aquilo que a fé dita: “duae” olivae et “duo” candelabro in domo Dei lucentia. 9. Siger de Brabante e o averroísmo latino. Os franciscanos e o neo-agostinismo. 10. A filosofia experimental e as primeiras investigações científicas na época escolástica. 10.1. Roberto Grossatesta. 10.2. Roger Bacon. 11. João Duns Escoto. 11.1. A vida e as obras. 11.2. Distinção entre filosofia e teologia. 11.3. A univocidade do ente. 11.4. O ente unívoco, objeto primeiro do intelecto. 11.5. A elevação a Deus. 11.6. A insuficiência do conceito de “ente infinito”. 11.7. O debate entre filósofos e teólogos. 11.8. O princípio da individualização e o haecceitas. 11.9. O voluntarismo e o direito natural. Capítulo XIX: O SÉCULO XIV E A RUPTURA DO EQUILÍBRIO ENTRE RAZÃO E FÉ. 1. A situação histórico-social. 2. Guilherme de Ockham. 2.1. A figura e as obras. 2.2. A independência da fé em relação à razão. 2.3. O empirismo e o primado do indivíduo. 2.4. Conhecimento intuitivo e conhecimento abstrativo. 2.5. O universal e o nominalismo. 2.6. A “navalha de Ockham” e a dissolução da metafísica tradicional. 2.7. A nova lógica. 2.8. O problema da existência de Deus. 2.9. O novo método da pesquisa científica. 2.10. Contra a teocracia e a favor do pluralismo. 3. A ciência dos ocamistas. 3.1. Os ocamistas e a ciência aristotélica. 3.2. Os ocamistas e a ciência de Galileu. 4. As teorias políticas de Marcílio de Pádua. 4.1. Egídio Romano e João de Paris: o primado é da Igreja ou do Império? 4.2. O Defensor pacis de Marcílio de Pádua. 5. Dois reformadores pré-luteranos: John Wyclif e Jan Huss. 6. O mestre Eckhart e a mística especulativa alemã. 6.1. As razões da mística especulativa. 6.2. Mestre Eckhart: o homem e o mundo nada são sem Deus. 6.3. O retorno do homem a Deus. 7. A lógica na Idade Média. 7.1. Ars vetus, ars nova e logica modemorum. 7.2. A sistematização didática da lógica antiga. 7.3. As figuras e os modos dos silogismos. 7.4. As inovações da lógica escolástica. 7.5. A Ars magna de Raimundo Lulo. APÊNDICE. Quadros cronológicos e índice de nomes de CLÁUDIO MAZZARELLI. ÍNDICE DE NOMES. A. B. C. D. E. F. G. H. I. J. L. M. N. O. P. R. S. T. U. V. W. X. Z. ÍNDICE. Vol. II. Apresentação Do Livro. Dados De Catalogação. PREFÁCIO. HISTÓRIA DA FILOSOFIA: Do Humanismo a Kant. Primeira parte: O HUMANISMO E O RENASCIMENTO. Capítulo I: O PENSAMENTO HUMANISTA-RENASCENTISTA E SUAS CARACTERÍSTICAS GERAIS. 1. O significado historiográfico do termo "humanismo". 2. O significado historiográfico do termo "Renascimento". 3. Determinações cronológicas e características essenciais do período humanista-renascentista. 4. Os "profetas" e "magos" orientais e pagãos tidos pelos renascentistas como fundadores do pensamento teológico e filosófico: Hermes Trismegisto, Zoroastro e Orfeu. 4.1. A diferença de nível histórico-crítico do conhecimento que os humanistas tiveram da tradição latina em comparação com a tradição grega. 4.2. Hermes Trismegisto e o Corpus Hermeticum em sua realidade histórica e na interpretação do Renascimento. 4.3. O "Zoroastro" do Renascimento. 4.4. O Orfeu renascentista. Capítulo II: IDÉIAS E TENDÊNCIAS DO PENSAMENTO HUMANÍSTICO-RENASCENTISTA. 1. Os debates sobre os problemas morais e o neo-epicurismo. 1.1. Os primórdios do humanismo. 1.1.1. Francisco Petrarca. 1.1.2. Coluccio Salutati. 1.2. Debates sobre temáticas sociopolíticas em alguns humanistas do século XV: L. Bruni, P. Bracciolini e L. B. Alberti. 1.2.1. Leonardo Bruni. 1.2.2. Poggio Bracciolini. 1.2.3. Leon Battista Alberti. 1.2.4. Outros humanistas do século XV. 1.3. O neo-epicurismo de Lourenço Valla. 2. O neoplatonismo renascentista. 2.1. Acenos sobre a tradição platônica em geral e sobre os doutos bizantinos do século XV. 2.2. Nicolau de Cusa: a douta ignorância em relação ao infinito. 2.2.1. A vida, as obras e a posição cultural de Nicolau de Cusa. 2.2.2. A douta ignorância. 2.2.3. A relação entre Deus e o universo. 2.2.4. O significado do princípio "tudo está em tudo". 2.2.5. A proclamação do homem como "microcosmos". 2.3. Marcílio Ficino e a Academia platônica florentina. 2.3.1. A posição de Ficino no pensamento renascentista. 2.3.2. Ficino como tradutor. 2.3.3. Os pontos fundamentais do pensamento filosófico de Ficino. 2.3.4. A doutrina mágica de Ficino e sua importância. 2.4. Pico de Mirândola entre platonismo, aristotelismo, cabala e religião. 2.4.1. A posição de Pico. 2.4.2. Pico e a cabala. 2.4.3. Pico e a doutrina da dignidade do homem. 2.5. Francisco Patrizi. 3. O aristotelismo renascentista. 3.1. Os problemas da tradição aristotélica no período do humanismo. 3.2. Pedro Pomponazzi e o debate sobre a imortalidade. 4. Renascença do ceticismo. 4.1. Revivescência das filosofias helenísticas no Renascimento. 4.2. Michel de Montaigne e o ceticismo como fundamento de sabedoria. Capítulo III: O RENASCIMENTO E OS PROBLEMAS RELIGIOSOS E POLÍTICOS. 1. O Renascimento e a religião. 1.1. Erasmo de Roterdão e a philosophia Christi. 1.1.1. A posição de Erasmo. 1.1.2. Concepção humanista da filosofia cristã. 1.1.3. O conceito erasmiano de "loucura". 1.2. Martinho Lutero. 1.2.1. Lutero e suas relações com a filosofia e com o pensamento humanista-renascentista. 1.2.2. Os elementos básicos da teologia de Lutero. 1.2.3. Conotações pessimistas e irracionalistas do pensamento de Lutero. 1.3. Ulrich Zuínglio, o reformador de Zurique. 1.4. Calvino e a reforma de Genebra. 1.5. Outros teólogos da Reforma e figuras ligadas ao movimento protestante. 2. Contra-reforma e Reforma católica. 2.1. Os conceitos historiográficos de "Contra-reforma" e de "Reforma católica". 2.2. O Concilio de Trento. 2.3. O novo ímpeto da escolástica. 3. O Renascimento e a política. 3.1. Maquiavel e a teorização da autonomia da política. 3.1.1. A posição de Maquiavel. 3.1.2. O realismo de Maquiavel. 3.1.3. A "virtude" do príncipe. 3.1.4. Liberdade e "destino". 3.1.5. A "virtude" da antiga República romana. 3.1.6. Guicciardini e Botero. 3.2. Tomás More e a Utopia. 3.3. João Bodin e a soberania absoluta do Estado. 3.4. Hugo Grotius e a fundação do jusnaturalismo. Segunda parte: PONTOS CULMINANTES E RESULTADOS CONCLUSIVOS DO PENSAMENTO RENASCENTISTA - Leonardo da Vinci, Telésio, Giordano Bruno e Campanella. Capítulo IV: QUATRO EMINENTES FIGURAS DO RENASCIMENTO ITALIANO: LEONARDO DA VINCI, TELÉSIO, GIORDANO BRUNO E CAMPANELLA. 1. Natureza, ciência e arte em Leonardo da Vinci. 1.1. A ordem mecânica da natureza. 1.2. Leonardo entre o renascimento e a época moderna. 1.3. "Cogitatione mentale" e "esperientia". 2. Bernardino Telésio: a investigação da natureza segundo os seus próprios princípios. 2.1. A vida e as obras. 2.2. A novidade da física telesiana. 2.3. Os princípios próprios da natureza. 2.4. O homem como realidade natural. 2.5. A moral natural. 2.6. A transcendência divina e a alma como ente supra-sensível. 3. Giordano Bruno: a religião como metafísicado infinito e o "heróico furor". 3.1. A vida e as obras. 3.2. A característica de fundo do pensamento de Bruno. 3.3. A arte da memória (mnemotécnica) e a arte mágico-hermética. 3.4. O universo de Bruno e seu significado. 3.5. A infinitude do Todo e o significado impresso por Bruno à revolução copernicana. 3.6. Os "heróicos furores". 3.7. Conclusões. 4. Tomás Campanella: naturalismo, magia e anseio de reforma universal. 4.1. A vida e as obras. 4.2. A natureza e o significado do conhecimento filosófico e o repensamento do sensismo telesiano. 4.3. A autoconsciência. 4.4. A metafísica campaneliana: as três "primalidades" do ser. 4.5. O panpsiquismo e a magia. 4.6. A "Cidade do Sol". 4.7. Conclusões. Terceira parte: A REVOLUÇÃO CIENTÍFICA. Capítulo V: A REVOLUÇÃO CIENTÍFICA. 1. A revolução científica: traços gerais. 1.1. A revolução científica: o que muda com ela?. 1.2. A formação de um novo tipo de saber, que exige a união da ciência e da técnica. 1.3. Cientistas e artesãos. 1.4. Uma nova "forma de saber" e uma nova "figura de douto". 1.5. A legalização dos instrumentos científicos e seu uso. 2. A revolução científica e a tradição mágico-hermética. 2.1. Presença e rejeição da tradição mágico-hermética. 2.2. Características da "astrologia" e da "magia". 2.3. J. Reuchlin e a tradição cabalística. Agripa: "magia branca" e "magia negra". 2.4. O programa iatroquímico de Paracelso. 2.5. Três "magos" italianos: Fracastoro, Cardan e Delia Porta. 3. Nicolau Copérnico e o novo paradigma da teoria heliocêntrica. 3.1. O significado filosófico da "revolução copernicana". 3.2. Nicolau Copérnico: a formação científica. 3.3. Copérnico: homem socialmente empenhado. 3.4. A Narratio prima de Rheticus e a interpretação instrumentalista dada por Osiander à obra de Copérnico. 3.5. O realismo e o neoplatonismo de Copérnico. 3.6. A situação problemática da astronomia pré-copernicana. 3.7. A teoria de Copérnico. 3.8. Copérnico e a tensão essencial entre tradição e revolução. 4. Tycho Brahe: nem "a velha distribuição ptolomaica" nem "a moderna inovação introduzida pelo grande Copérnico". 4.1. Tycho Brahe: a melhoria dos intrumentose das técnicas de observação. 4.2. Tycho Brahe nega a existência das esferas materiais. 4.3. Nem Ptolomeu nem Copérnico. 4.4. O sistema tychônico: uma restauração portadora dos germes da revolução. 5. Johannes Kepler: a passagem do "círculo" à "elipse" e a sistematização matemática do sistema copemicano. 5.1. Kepler, professor em Graz: o Mysterium cosmographicum. 5.2. Kepler, matemático imperial em Praga: a Nova astronomia e a Diótrica. 5.3. Kepler em Linz: as Tábuas rodolfinas e a Harmonia do mundo. 5.4. O Mysterium cosmographicum: em busca da divina ordem matemática dos céus. 5.5. Do "círculo" à "elipse". As "três leis de Kepler". 5.6. O Sol como causa dos movimentos planetários. 6. O drama de Galileu e a fundação da ciência moderna. 6.1. Galileu Galilei: a vida e as obras. 6.2. Galileu e a "fé" na luneta. 6.3. O
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