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Glórias de Maria: Com indicação de leituras e orações para dois meses marianos (Portuguese Edition)

معرفی کتاب «Glórias de Maria: Com indicação de leituras e orações para dois meses marianos (Portuguese Edition)» نوشتهٔ Santo Afonso Maria de Ligório، منتشرشده توسط نشر Editora Santuário در سال 2020. این کتاب در فرمت epub، زبان pt ارائه شده است.

Publicado Originalmente Em 1750, Esse Livro Maria é Um Marco Fundamental De Toda A Teologia E Devoção Mariana. Na Obra, Santo Afonso Faz Um Comentário Sobre A Oração Da Salve-rainha, Com Reflexões Sobre As Principais Festas De Maria, Suas Dores, Suas Virtudes E Também Sobre As Principais Práticas De Devoção Para Com A Mãe De Deus. Apresentação Prefácio do tradutor Prece do autor a Jesus e a Maria Advertência ao leitor Introdução que muito importa ler Oração a Nossa Senhora PARTE I - EXPLICAÇÃO DA SALVE-RAINHA: As abundantes e numerosas graças dispensadas pela Mãe de Deus Capítulo I - SALVE, RAINHA, MÃE DE MISERICÓRDIA I. Nossa confiança em Maria deve ser ilimitada porque ela é Rainha de Misericórdia 1. Maria é Rainha 2. Maria é Rainha de Misericórdia 3. Maria é Rainha de Misericórdia até para os mais miseráveis Exemplo: Uma pecadora que é salva na hora da morte II. Da confiança ainda maior que devemos ter em Maria por ser nossa Mãe 1. Maria é nossa Mãe espiritual 2. Maria é Mãe muito solícita e desvelada Exemplo e Oração: El nstônio, noviço III. Grandeza do amor de Maria para conosco 1. Maria não pode deixar de amar-nos 2. Os motivos do amor de Maria para conosco 3. Grandeza de seu amor para conosco 4. Nosso amor para com Maria Exemplo: Bela morte de uma pastorinha IV. Maria também é Mãe dos pecadores arrependidos 1. Condições para o amor de Maria aos pecadores 2. Efeitos do amor de Maria para com os pecadores Exemplo: Esquil, regenerado por Maria Capítulo II - VIDA E DOÇURA NOSSA I. Maria é nossa vida, porque nos obtém o perdão 1. A oração de Maria obtém-nos a graça da justificação 2. Devem os pecadores procurar com Maria a graça de Deus Exemplo: Conversão pelo terç II. Maria é também nossa vida, porque nos alcança a perseverança 1. Sem Maria não alcançamos a graça da perseverança 2. Por intermédio de Maria obtemos a graça da perseverança Exemplo: Santa Maria do Egito III. Maria suaviza a morte a seus servos 1. Maria é nosso conforto na morte 2. Maria é nosso auxílio no tribunal divino Exemplo: São João de Deus Capítulo III - ESPERANÇA NOSSA, SALVE I. Maria é a esperança de todos os homens 1. Maria é realmente nossa esperança 2. Maria é a esperança de todos Exemplo: A virgem Musa II. Maria é a esperança dos pecadores 1. Maria é realmente a esperança dos pecadores 2. Maria é para os pecadores uma segura esperança 3. Maria é, às vezes, a última esperança dos pecadores Exemplo: A balança da justiça divina Capítulo IV - A VÓS BRADAMOS, OS DEGREDADOS FILHOS DE EVA I. Da prontidão de Maria em socorrer os que a invocam 1. Maria ajuda em muitos apuros da vida 2. Maria ajuda pronta e alegremente 3. Maria ajuda eficazmente Exemplo: São Francisco de Sales II. O poder de Maria para defender os que a invocam nas tentações do demônio 1. O demônio tem medo da Mãe de Deus 2. O demônio tem medo até do nome da Mãe de Deus Exemplo: A morte de Arnaldo Capítulo V - A VÓS SUSPIRAMOS, GEMENDO E CHORANDO NESTE VALE DE LÁGRIMAS I. Necessidade da intercessão de Maria para nossa salvação 1. É muito salutar a intercessão dos santos 2. Em que sentido nos é necessária a intercessão de Maria 3. Objeções contra a necessidade da intercessão de Maria 4. Refutação e demonstração Exemplo: Má leitura II. Continuação do mesmo assunto 1. A necessidade da intercessão de Maria provém da sua cooperação na Redenção 2. Outras provas tiradas da doutrina dos santos e dos doutores 3. Uma segunda objeção Exemplo: A conversão de Teó lo Capítulo VI - EIA, POIS, ADVOGADA NOSSA I. Maria é advogada poderosa para todos salvar 1. Maria é todo-poderosa junto de Deus 2. Maria é toda bondade para com os homens 3. O grande poder de Maria funda-se na sua dignidade de Mãe de Deus Exemplo: Vencendo a falsa vergonha na con ssão II. Como advogada compassiva Maria defende as causas mais desesperadas 1. Maria ama-nos ternamente e de modo especial os pecadores 2. Maria intercede sem cessar pelos pecadores 3. Maria, a fiel cópia da misericórdia divina Exemplo: Reparando con ssões sacrílegas III. Maria reconcilia os pecadores com Deus 1. Maria é Medianeira entre Deus e os homens 2. A meditação de Maria apoia-se na sua divina maternidade 3. Maria cuida de cada um de nós Exemplo: O moço de Bragança Capítulo VII - A NÓS VOLVEI ESSES VOSSOS OLHOS MISERICORDIOSOS Tem Maria olhos compassivos sobre nós para aliviar nossas misérias 1. Maria foi misericordiosa na terra 2. Ainda mais misericordiosa é Maria no céu 3. Para todos é Maria um trono de misericórdia Exemplo: Conversão de um grande pecador Capítulo VIII - E DEPOIS DESDE DESTERRO, MOSTRAI-NOS JESUS, BENDITO FRUTO DO VOSSO VENTRE I. Maria livra do inferno a seus devotos 1. Um verdadeiro devoto de Maria não se perde 2. A devoção a Maria é penhor de eterna bem-aventurança 3. A devoção a Maria protege contra a fúria de Satanás Exemplo: Dois estudantes perdidos II. Maria socorre seus devotos no purgatório 1. Maria consola as pobres almas do purgatório 2. Maria livra as almas do purgatório Exemplo: Generoso amor ao inimigo III. Maria leva seus devotos ao paraíso 1. Pela devoção a Maria salvaram-se os bem-aventurados 2. A devoção a Maria é um penhor da bem-aventurança Exemplo: A visão do Irmão Leão Capítulo IX - Ó CLEMENTE, Ó PIEDOSA Da grande clemência e piedade de Maria 1. Maria é toda clemência e bondade 2. Particular clemência de Maria para com os pecadores Exemplo: Conversão de uma pecadora Capítulo X - Ó DOCE VIRGEM MARIA É suave na vida e na morte o nome de Maria 1. O nome de Maria vem do céu 2. O nome de Maria é suave na vida 3. O nome de Maria é doce sobretudo na hora da morte Exemplo: São Camilo de Lélis Orações muito devotas de alguns Santos à Mãe de Deus PARTE II - TRATADOS E REFLEXÕES SOBRE AS FESTAS E DORES DE MARIA SANTíSSIMA Tratado I: AS FESTAS DE NOSSA SENHORA I. DA IMACULADA CONCEIÇÃO Capítulo I - Quanto convinha às três pessoas divinas preservar PONTO PRIMEIRO – Convinha ao Pai Eterno isentar da culpa original a Maria 1. É Maria a filha primogênita do Pai Eterno 2. A missão de reparadora do mundo perdido e de medianeira entre Deus e os homens apresenta o segundo motivo para a preservação da Virgem Maria 3. Sua missão de vencedora da serpente infernal 4. A eleição dessa Virgem para Mãe de seu Filho unigênito PONTO SEGUNDO – Convinha a Deus Filho preservar 1. Podia o Filho criar para si uma Mãe ilibada 2. A honra do Filho reclamava-lhe por Mãe uma criatura imaculada 3. A dignidade do Filho exigia uma Mãe nos esplendores de consumada santidade 4. Convinha ao Legislador do IV mandamento preservar sua Mãe da Mancha original PONTO TERCEIRO – Sendo-lhe Maria Esposa, convinha ao Espírito Santo preservá-la da mancha original 1. À Esposa do Espírito Santo convinha uma formosura ilibada 2. À Esposa do Espírito Santo convinha uma santidade sem par Capítulo II - Certeza da Imaculada Conceição 1. O unânime testemunho dos Santos Padres, quanto a esse privilégio de Maria 2. O primeiro é o consenso universal dos fiéis sobre esse ponto 3. A introdução da festa de Nossa Senhora da Conceição pela Igreja universal Exemplo: Conversão admirável: Fim de uma inimizade II. DA NATIVIDADE DE MARIA A grandeza da santidade de Maria provém das graças abundantes com que Deus a enriqueceu desde o princípio, e da sua admirável correspondência às mesmas PONTO PRIMEIRO – A primeira graça em Maria excede em grandeza a graça de todos os anjos e santos 1. Testemunho dos teólogos 2. Há ainda duas grandes e convenientes razões a favor desta sentença, além da autoridade dos teólogos, acima citados. PONTO SEGUNDO – A grande delidade na pronta cooperação com a graça 1. Maria teve o uso da razão desde o primeiro instante de sua Imaculada Conceição 2. Maria esteve livre de toda inclinação desordenada e de toda distração 3. Maria foi fiel à divina graça Exemplo: Abuso das graças de Deus III. DA APRESENTAÇÃO DE MARIA A oferta que Maria de si mesma fez a Deus foi pronta e sem demora, inteira e sem reserva PONTO PRIMEIRO – Maria oferece-se a Deus sem demora 1. Como criança ainda, ela conhecia a grandeza de Deus 2. Maria aprova a promessa de seus pais 3. Rumo ao templo PONTO SEGUNDO – Maria ofereceu-se inteiramente a Deus 1. Pelo voto de virgindade 2. Pela prática de todas as virtudes 3. Maria ofereceu a Deus todos os trabalhos do dia Exemplo: Sóror Domingas IV. DA ANUNCIAÇÃO DE MARIA Maria, na Encarnação do Verbo, não podia humilhar-se mais do que se humilhou; Deus, pelo contrário, não podia exaltá-la mais do que a exaltou PONTO PRIMEIRO – A humildade de Maria na Anunciação do Anjo 1. Ao ser saudada pelo anjo 2. O humilde consentimento de Maria 3. Recompensa de sua humildade PONTO SEGUNDO – A exaltação de Maria por Deus 1. Como Mãe de Deus, é Maria a criatura mais chegada ao Senhor 2. Como Mãe de Deus, é Maria portadora de uma dignidade quase infinita 3. Inefável riqueza de graças conferidas a Maria Exemplo: Auxílio de Maria na conversão V. DA VISITAÇÃO DE MARIA Resumo histórico. Maria é a tesoureira de todas as graças divinas, tendo de recorrer a ela quem as deseja. Mas quem recorre a Maria deve ter a certeza de obter as graças que almeja PONTO PRIMEIRO – Dirija-se a Maria quem deseja graças 1. Por meio de Maria nos vieram as primícias da graça redentora 2. Deus continua a distribuir suas graças por meio de Maria 3. Nós devemos nos dirigir a Maria PONTO SEGUNDO – Quem procura a graça, a encontrará certamente nas mãos de Maria 1. Maria nos enriquece de graças 2. Maria é rica em misericórdia para conosco 3. Maria é rica em poder junto de Deus Exemplo: Cura milagrosa VI. DA PURIFICAÇÃO DE MARIA 1. Maria deu hoje solene consentimento para a morte de seu Filho 2. Sofrimento de Maria após o seu consentimento na morte do Filho 3. Maria não cessa de oferecer seu Filho 4. Efeitos do sacrifício de Maria Exemplo: Conversão de um grande criminoso VII. DA ASSUNÇÃO DE MARIA A preciosa morte de Maria PONTO PRIMEIRO – Prerrogativas da morte de Maria 1. Maria morreu desprendida dos bens do mundo 2. Maria morreu na mais doce paz do espírito 2. Maria morreu sem cuidados por sua salvação PONTO SEGUNDO – Particularidade da morte de Nossa Senhora 1. Saudades que Maria Santíssima teve de seu Filho 2. Presença dos apóstolos 3. Maria morre de amor para com seu Filho Exemplo: Morte de S. Estanislau VIII. DA FESTA DA ASSUNÇÃO Triunfo e glorificação de Maria no céu PONTO PRIMEIRO – Triunfal entrada de Maria no céu 1. Jesus em pessoa glorifica a entrada de sua Mãe no céu 2. Os santos saúdam a sua Rainha 3. Homenagem dos anjos 4. Maria diante do trono de Deus PONTO SEGUNDO – A sublimidade do trono de Maria 1. Sua elevação sobre todos os anjos 2. Elevação de Maria sobre todos os santos Exemplo: Marino, escravo de Maria Tratado II: AS DORES DE NOSSA SENHORA I. MARIA FOI A RAINHA DOS MÁRTIRES POR CAUSA DA DURAÇÃO E INTENSIDADE DE SUAS DORES PONTO PRIMEIRO – Duração do martírio de Maria 1. Maria é realmente uma mártir 2. Duração do martírio de Maria 3. O tempo não mitigou os sofrimentos de Maria PONTO SEGUNDO – Intensidade do martírio de Maria Maria é Rainha dos mártires 1. Os mártires sofreram tormentos no corpo, Maria sofreu-os na alma 2. Os mártires sofreram imolando a própria vida, enquanto Maria sofreu oferecendo a vida de seu Filho 3. Os mártires sofreram consolados. Maria padeceu sem consolo 4. Maria recompensa a veneração de suas dores Exemplo: Conversão de um impenitente II. REFLEXÕES SOBRE CADA UMA DAS SETE DORES DE MARIA 1a Dor: PROFECIAS DE SIMEÃO 1. Nas palavras de Simeão reconhece Maria os pormenores da Paixão de Jesus 2. Maria sofreu sempre à vista de seu Filho 3. A dor de Maria aumentou com a crescente amabilidade do Filho Exemplo: Recompensa de Maria a um moço que a venera 2a Dor: FUGIDA DE JESUS PARA O EGITO 1. O próprio Jesus é espada de dor para sua Mãe 2. A ordem de fugir 3. Incômodos da fugida 4. A pobreza da Sagrada Família no Egito 5. Imitação da Sagrada Família pela paciência e desprendimento Exemplo: Visão de duas religiosas 3a Dor: PERDA DE JESUS NO TEMPLO 1. Maria perde a venturosa presença de Jesus 2. Grandeza desta dor 3. Nosso consolo na aridez espiritual 4. Jesus deve ser tudo para nós Exemplo: Benvenuta sente a dor de Maria na perda de Jesus 4a Dor: ENCONTRO COM JESUS CAMINHANDO PARA A MORTE 1. Como o amor é também o sofrimento de uma mãe 2. Agonia da Virgem no começo da Paixão de seu Filho 3. Encontro de Maria com seu Filho Exemplo: Sóror Diomira: conversão de Jerônimo Emiliano 5a Dor: MORTE DE JESUS 1. Maria assistiu à agonia de seu Filho na cruz 2. Maria não pôde aliviar as penas de seu Filho 3. Maria ao pé da cruz é nossa Mãe espiritual Exemplo: Joaquim Piccolomini, servo de Maria 6a Dor: A LANÇADA E A DESCIDA DA CRUZ 1. Maria saúda as chagas de Jesus, como fontes de nossa salvação 2. A dolorosa cena do lanceamento 3. A Mãe dolorosa recebe nos braços o Filho sem vida 4. Queixas de Maria sobre os pecadores Exemplo: Nossa Senhora salva um servo seu 7a Dor: SEPULTURA DE JESUS 1. Queixa da Mãe dolorosa 2. Maria acompanha Jesus à sepultura 3. Maria despede-se da sepultura do Filho Exemplo: Maria vem consolar um a ito Tratado III: AS VIRTUDES DE NOSSA SENHORA I. HUMILDADE DE MARIA 1. O primeiro traço da humildade é o modesto conceito de si mesmo 2. Também é efeito da humildade ocultar os dons celestes 3. O humilde recusa os louvores referindo-os todos a Deus 4. É próprio do humilde prestar serviços 5. O humilde gosta de uma vida retirada e despercebida 6. Os humildes amam finalmente os desprezos 7. Em um êxtase foi dado a conhecer à Venerável Paula de Foligno quanto foi grande a humildade de Maria II. SUA CARIDADE PARA COM DEUS 1. Deu o Senhor aos homens o preceito: Amarás ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração (Mt 22,37) 2. Deus é o amor (1Jo 4,16) e à terra veio para atear em todos os corações a chama de seu amor 3. Sobre isso apoia-se o pensamento de S. Bernardino de Sena, de que Maria nunca foi tentada pelo inferno 4. Nem mesmo o sono impedia a Mãe de Deus de amar ao seu Criador 5. Mas já que Maria ama tanto a seu Deus, nada exige de seus servos senão que o amem, tanto quanto possível III. SUA CARIDADE PARA COM O PRÓXIMO 1. Lemos nos Cânticos: O rei Salomão fez um trono portátil de madeira do Líbano...; por dentro ornou-o do que há de mais precioso, um mimo das filhas de Jerusalém (3, 9 e 10) 2. Nem diminuiu esse amor de Maria para conosco, agora que nos céus se encontra; tornou-se, pelo contrário, muito maior, escreve Conrado de Saxônia, porque agora conhece mais claramente a miséria humana IV. SUA FÉ 1. Suárez acentua que Maria tem mais fé do que todos os homens e anjos 2. Aqui nos exorta S. Ildefonso a imitarmos Maria na fé V. SUA ESPERANÇA 1. Mostrou, de fato, a Santíssima Virgem quanto lhe era grande essa confiança em Deus, primeiramente ao ver a perplexidade de S. José, seu esposo, que, ignorando a misteriosa maternidade de sua esposa, pensava em deixá-la 2. Aprendamos, portanto, de Maria, como ter esperança em Deus, principalmente no grande assunto da salvação eterna VI. SUA CASTIDADE 1. Por causa de tanta pureza, diz o Espírito Santo, é que a Virgem “é bela como a rola” (Ct 1,9) 2. Na opinião de S. Gregório Nazianzeno, a Santíssima Virgem era tão amante dessa virtude, que para conservá-la, estaria pronta a renunciar à dignidade da Mãe de Deus 3. Na frase de S. Ambrósio é um anjo quem guarda a castidade e é um demônio quem a perde 4. Três são esses meios, dizem com Belarmino os mestres da vida espiritual: o jejum, a fugida das ocasiões e a oração VII. SUA POBREZA 1. Por amor à pobreza também não recusou desposar um pobre carpinteiro, qual foi S. José; sustentou-se por isso com o trabalho de suas mãos, fiando ou cosendo, como escreveu Boaventura Baduário De S. Filipe Néri é a sentença que diz: Aquele que ama as riquezas nunca há de ser Santo VIII. SUA OBEDIÊNCIA 1. A Santíssima Virgem amava a obediência 2. A obediência de Maria foi muito mais perfeita que a de todos os santos 3. Maria mostra, com efeito, quanto era pronta na obediência 4. À exclamação da mulher que o interrompia com as palavras: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos que te amamentaram”, respondeu o Salvador: Antes, bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em obra (Lc 11,27-28) 5. Também falou a Virgem a S. Brígida da segurança que há em obedecer ao diretor espiritual, e disse-lhe que a obediência, a quantos a praticam, leva-os ao paraíso IX. SUA PACIÊNCIA 1. Sendo a terra lugar de merecimentos, é com razão chamada vale de lágrimas, porque nós todos aqui fomos postos para sofrer, e por meio da paciência conquistar a vida eterna para nossas almas 2. É também a paciência que plasma os santos, porque “a paciência efetua uma obra perfeita” (Tg 1,4) 3. Eia, pois, exclama o Papa Gregório Magno, nós podemos ser mártires mesmo sem os instrumentos do martírio, guardando paciência X. SEU ESPÍRITO DE ORAÇÃO 1. Primeiramente, a sua oração foi contínua e perseverante. Desde o primeiro instante de sua vida, gozava Maria do uso perfeito da razão, como consideramos na festa da Natividade 2. A Santíssima Virgem rezava também completamente recolhida e livre de qualquer distração, ou afeto desordenado, escreve Dionísio Cartuxo 3. Afirma S. Bernardo que Maria, pelo amor à oração e ao retiro, estava sempre atenta em fugir ao trato com o mundo Tratado IV: PRÁTICAS DE DEVOÇÃO EM HONRA DE MARIA SANTíSSIMA I. A Ave-Maria II. As Novenas III. O Rosário e o Ofício IV. O Jejum V. Visitar as Imagens de Maria VI. O Escapulário VII. Entrar nas Congregações de Maria VIII. Dar esmolas em honra de Maria IX. Recorrer frequentemente a Maria X. Alguns outros obséquios CONCLUSÃO ÍNDICE BIOGRÁFICO DOS AUTORES CITADOS ÍNDICE
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