اسکراووس و ترافیکان در امپراتوری پرتغالی: تجارت بردهداری پرتغالی در اقیانوس اطلس در قرنهای پانزدهم تا نوزدهم
Escravos e Traficantes no Império Português - O comércio negreiro português no Atlântico durante os Séculos XV a XIX
معرفی کتاب «اسکراووس و ترافیکان در امپراتوری پرتغالی: تجارت بردهداری پرتغالی در اقیانوس اطلس در قرنهای پانزدهم تا نوزدهم» (با عنوان لاتین Escravos e Traficantes no Império Português - O comércio negreiro português no Atlântico durante os Séculos XV a XIX) نوشتهٔ Arlindo Manuel Caldeira، منتشرشده توسط نشر A Esfera dos Livros در سال 2013. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História de Portugal e Universal no Ensino Secundário. Corria o ano de 1444. Uma frota algarvia de 6 caravelas chega a Lagos depois uma expedição ao golfo de Arguim (atual Mauritânia). Naquela manhã quente de princípio de Agosto, despertando a curiosidade da população local, desembarcava em Lagos um contingente de 235 escravos africanos. A notícia correra de boca em boca. Todos queriam ver o inusitado espetáculo, até mesmo o poderoso infante D. Henrique, que tinha direito a um quinto dos desembarcados. Não era a primeira vez que chegavam escravos negros a Lagos. Mas nunca tinham vindo em tão grande número. O cronista Gomes Eanes de Zurara relata, de forma comovente, na sua Crónica da Guiné, a partilha dos cativos: homens e mulheres inconsoláveis, rostos lavados em lágrimas, gritando e gemendo, tentando desesperadamente não ser separados dos filhos. De uma forma simbólica, este episódio marca o início do tráfico atlântico de escravos. A partir de 1444 e durante cerca de 180 anos, os portugueses detiveram, quase em exclusivo, o comércio de escravos no Atlântico. Só a partir de 1621, com a criação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, novos concorrentes chegam em força a este mercado. O historiador Arlindo Manuel Caldeira levou a cabo uma exaustiva pesquisa, para traçar neste livro, um retrato abrangente do tráfico de escravos, da sua origem até à sua abolição, no espaço do império português. Um processo complexo que evoluiu ao longo dos séculos, que é aqui analisado desde a compra dos escravizados, em diferentes locais da costa ocidental africana, à difícil travessia do oceano em navios sobrecarregados, nas condições mais deploráveis. É possível acompanhar depois a chegada desses escravos a Lagos e a Lisboa, mas sobretudo aos portos do Brasil, em direcção às minas e às grandes plantações de açúcar, de tabaco e de café, onde constituíram a mão-de-obra quase exclusiva. O historiador analisa ainda, com minúcia, as margens de lucro deste negócio e desvenda a biografia de alguns negociantes e das principais famílias que se envolveram no Apesar de em Portugal, o primeiro decreto de restrição do tráfico ter a data de 1761, só em 1842 é que, de forma efetiva, a Coroa portuguesa proclamou o fim da compra e venda de seres humanos e, em 1878, a abolição da escravatura em todo o império português. Para a História fica o poder dos números: entre 1450 e 1860 quase 13 milhões de africanos foram traficados no lucrativo comércio de escravos do Atlântico. Perto de seis milhões desses escravizados foram transportados em navios com a bandeira de Portugal ou do Brasil. Capa [1] Orelha [1] Orelha [2] Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0001 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0002 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0003 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0004 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0005 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0006 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0007 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0008 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0009 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0010 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0011 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0012 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 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0338 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0339 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0340 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0341 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0342 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0343 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0344 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0001 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0002 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0003 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0004 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0005 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0006 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0007 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0008 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0009 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0010 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0011 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0012 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0013 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0014 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0015 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0016 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0017 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0018 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0019 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0020 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0021 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0022 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0023 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0024 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0025 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0026 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0027 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0028 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0029 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0030 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0031 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0032 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0033 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0034 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0035 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0036 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0037 Arlindo Manuel Caldeira - Escravos e traficantes no império português - 0345 - 0038 Capa [2] Corria o ano de 1444. Uma frota algarvia de 6 caravelas chega a Lagos depois uma expedio ao golfo de Arguim (atual Mauritnia). Naquela manh quente de princpio de Agosto, despertando a curiosidade da populao local, desembarcava em Lagos um contingente de 235 escravos africanos. A notcia correra de boca em boca. Todos queriam ver o inusitado espetculo, at mesmo o poderoso infante D. Henrique, que tinha direito a um quinto dos desembarcados. No era a primeira vez que chegavam escravos negros a Lagos. Mas nunca tinham vindo em to grande nmero. O cronista Gomes Eanes de Zurara relata, de forma comovente, na sua Crnica da Guin, a partilha dos cativos: homens e mulheres inconsolveis, rostos lavados em lgrimas, gritando e gemendo, tentando desesperadamente no ser separados dos filhos. De uma forma simblica, este episdio marca o incio do trfico atlntico de escravos. A partir de 1444 e durante cerca de 180 anos, os portugueses detiveram, quase em exclusivo, o comrcio de escravos no Atlntico. S a partir de 1621, com a criao da Companhia Holandesa das ndias Ocidentais, novos concorrentes chegam em fora a este mercado. O historiador Arlindo Manuel Caldeira levou a cabo uma exaustiva pesquisa, para traar neste livro, um retrato abrangente do trfico de escravos, da sua origem at sua abolio, no espao do imprio portugus. Um processo complexo que evoluiu ao longo dos sculos, que aqui analisado desde a compra dos escravizados, em diferentes locais da costa ocidental africana, difcil travessia do oceano em navios sobrecarregados, nas condies mais deplorveis. possvel acompanhar depois a chegada desses escravos a Lagos e a Lisboa, mas sobretudo aos portos do Brasil, em direco s minas e s grandes plantaes de acar, de tabaco e de caf, onde constituram a mo de obra quase exclusiva. O historiador analisa ainda, com mincia, as margens de lucro deste negcio e desvenda a biografia de alguns negociantes e das principais famlias que se envolveram no Apesar de em Portugal, o primeiro decreto de restrio do trfico ter a data de 1761, s em 1842 que, de forma efetiva, a Coroa portuguesa proclamou o fim da compra e venda de seres humanos e, em 1878, a abolio da escravatura em todo o imprio portugus. Para a Histria fica o poder dos nmeros: entre 1450 e 1860 quase 13 milhes de africanos foram traficados no lucrativo comrcio de escravos do Atlntico. Perto de seis milhes desses escravizados foram transportados em navios com a bandeira de Portugal ou do Brasil.
دانلود کتاب اسکراووس و ترافیکان در امپراتوری پرتغالی: تجارت بردهداری پرتغالی در اقیانوس اطلس در قرنهای پانزدهم تا نوزدهم