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Entra em beco, sai em beco : formas de habitar o centro : Salvador e Lisboa

معرفی کتاب «Entra em beco, sai em beco : formas de habitar o centro : Salvador e Lisboa» نوشتهٔ Uriarte, Urpi Montoya، منتشرشده توسط نشر EDUFBA در سال 2019. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

A autora convida-nos neste livro a fazer uma viagem ao interior do lado mais oculto dos centros históricos de duas cidades: Salvador da Bahia, no Brasil, e Lisboa, em Portugal: comparativa, etnográfica e historicamente, dá-nos a conhecer as múltiplas formas e modos de habitar de algumas das áreas mais esquecidas e pobres de ambas as cidades. O habitar de um conjunto de becos/avenidas, casarões e pátios destas cidades é-nos descrito com grande maestria e perspicácia, analítica e interpretativa, aprofundando os interstícios destes espaços abandonados e escondidos que, ao mesmo tempo, são tão centrais e estruturantes da vida urbana e metropolitana. O livro tem ainda o mérito de relativizar noções como habitabilidade, marginalidade urbana, e vizinhança, constituindo-se como um contributo fundamental para o conhecimento das nossas cidades e seus centros históricos em processo de transformação acelerada. Figura 1 – Mapa da região central onde se encontra a Baixa dos Sapateiros Figura 2 – Pontos diversos da Baixa dos Sapateiros Figura 3 – Mapa do Centro Antigo e Centro Histórico de Salvador Figura 4 – Estampa de Salvador no século XVII Figura 5 – Extremidade da Rua da Vala (provavelmente em 1875) Figura 6 – Tipos de construção na Baixa dos Sapateiros Figura 7 – Rua J. J. Seabra, num dia de domingo, 1915-1920 Figura 8 – Baixa dos Sapateiros. Ao fundo, a Ordem 3a do Carmo e Convento Figura 9 – Baixa dos Sapateiros (primeiras décadas do século XX?) Figura 10 – Trecho da Rua J. J. Seabra. Fundo do Convento de São Francisco (primeiras décadas do século XX?) Figura 11 – Capela e colégio da Providência, 1907 Figura 12 – Vista aérea da Barroquinha Figura 13 – Baixa dos Sapateiros na década de 1970 Figura 14 – Baixa dos Sapateiros na década de 1970 Figura 15 – Comércio da Baixa dos Sapateiros Figura 16 – Loja e estacionamento atuais localizados onde antes, segundo moradores antigos, havia becos Figura 17 – Espaços para aluguel residencial Figura 18 – Prédios da Baixa dos Sapateiros Figura 19 – A Baixa dos Sapateiros em jornal de 1959 Figura 20 – Espaços para aluguel comercial na Baixa dos Sapateiros Figura 21 – Construções abandonadas ou fechadas na Baixa dos Sapateiros Figura 22 – Espaços renovados na Baixa dos Sapateiros Figura 23 – Propaganda da requalificação de espaços da Baixa dos Sapateiros Figura 24 – Instalações de camelôs na Baixa dos Sapateiros Figura 25 – Personagens da Baixa dos Sapateiros Figura 26 – Foto aérea do trecho onde se localizam os três becos/avenidas Figura 27 – Foto aérea do trecho onde se localizam os três becos/avenidas Figura 28 – Planta do trecho da Baixa dos Sapateiros onde aparecem os três becos trabalhados: década de 1950 Figura 29 – Croqui do Beco da Bota de Ouro Figura 30 – Duas placas e duas entradas/saídas do Beco da Bota de Ouro Figura 31 – Três praças do Beco da Bota de Ouro Figura 32 – Entrada do Beco da Bota de Ouro Figura 33 – Beco do Beco da Bota de Ouro Figura 34 – Entrada/saída do Beco da Bota de Ouro pela Rua do Alvo Figura 35 – Fotos de casas do Beco da Bota de Ouro Figura 36 – As duas casas que restam no beco com parte do modelo inicial Figura 37 – Casa de Dona Ed. em constante reforma Figura 38 – As duas casas de Dona Ju Figura 39 – Casas do Beco da Bota de Ouro Figura 40 – Fotos anteriores à reforma e do beco sendo reformado Figura 41 – Meninos brincando em uma das praças do Beco da Bota de Ouro Figura 42 – Croqui da Avenida Monte Castelo Figura 43 – Entrada discreta da Avenida Monte Castelo vista da calçada em frente e da própria calçada Figura 44 – Placa e escadaria antiga de mármore Figura 45 – Casas que “avançaram” nas antigas pracinhas, das quais sobraram, hoje, apenas as muretas Figura 46 – As intimidades expostas no varal que atravessa o beco Figura 47 – Antigo recibo de pagamento de aluguel, datado de 1945 Figura 48 – Restos do quartinho de banho com uma caixa d ́água em cima e do quartinho com vaso sanitário Figura 49 – Casa de porta e janela, com estrutura próxima à original Figura 50 – Casa da porta e janela, renovada Figura 51 – Pia coletiva Figura 52 – Croqui da Avenida Camponesa Figura 53 – Placa não oficial da avenida Figura 54 – Casas da Avenida Camponesa Figura 55 – Vista aérea dos dois prédios e do beco Figura 56 – A entrada entre a padaria e a loja de carros Figura 57 – Entrada da Avenida Camponesa Figura 58 – Casas da Avenida Camponesa Figura 59 – Vista da “invasão” da Avenida Camponesa Figura 60 – Entrada do beco do beco e o “labirinto” de becos Figura 61 – Entrada/saída do “labirinto” na Rua do Alvo, anunciando a barbearia Figura 62 – A barbearia de Ne Figura 63 – Bares dentro da Avenida Camponesa Figura 64 – Escada de acesso para habitação Figura 65 – Varanda compacta Figura 66 – Cômodo no que era uma praça Figura 67 – Varanda no que era uma praça Figura 68 – Incorporação de uma escada externa Figura 69 – Construção de varanda Figura 70 – Pátio do Broas, 1992 Figura 71 – Entrada do Pátio do Broas Figura 72 – Grafites na entrada do pátio Figura 73 – Placa informativa para os turistas sobre o prédio seiscentista e a bica em seu interior Figura 74 – Casa de Black, por cima do segundo corredor que permite a entrada ao pátio Figura 75 – A bica e a escarpa onde ela se encontra. Os outros três lados do pátio Figura 76 – Cozinha do apartamento de Matias e Israel Figura 77 – Escadinhas, fotografada do alto e de baixo Figura 78 – Rua da Bica Duarte Belo, seu começo na Rua de São Paulo e quase chegando ao topo Figura 79 – Calçada da Bica Grande (anos 1960?) Figura 80 – Os usos individuais do pátio Figura 81 – Recado dado aos usuários do Air B&B nos tapumes de uma área em reabilitação no centro de Lisboa Figura 82 – Os dois lados do Mercado da Ribeira. A praça ao lado e, no fundo, a torre da Igreja de São Paulo Figura 83 – Rua de São Paulo. O Pátio do Broas situa-se atrás do quarto prédio amarelo (da esquerda para a direita) Figura 84 – Edifícios em reforma e apartamentos à venda na Rua de São Paulo Figura 85 – Publicização da “rua mais bonita do mundo” Figura 86 – Rua 6, escadinhas: prédio à venda Figura 87 – Mapa do Pelourinho Figura 88 – Atual fachada da casa no 31, onde Ne. e sua família moraram e que hoje sedia repartições do IPAC Figura 89 – Moradoras de um casarão subdividido do Maciel, possivelmente na década de 1970 Figura 90 – Habitações subdivididas no Maciel Figura 91 – Prédios reformados e não reformados no Maciel Figura 92 – Ruínas e escombros no Maciel. Beco do Mijo (Rua Inácio Accioly) Figura 93 – Praça do Reggae em funcionamento (1999) e fechada (2016) Figura 94 – Cena frequente na Rua das Flores em 2000 Figura 95 – Rua das Flores em 2017: as mesmas ruínas, porém sem as pessoas dormindo nas calçadas Figura 96 – Grafites da Rua das Flores Figura 97 – Beco que servia de entrada à Rocinha, localizado no no 16 da Rua Alfredo Brito Figura 98 – Prédio da relocação provisória de Dona Di, no Beco do Seminário Figura 99 – Seu Ed. com suas plantas, na entrada da casinha onde mora na Avenida Monte Castelo Figura 100 – As cartolinas com fotografias de Seu Ed., a maior parte delas retratando seu jardim Figura 101 – Ruas da sétima etapa Figura 102 – Fachada do prédio de relocação provisória de Dona Ol. Figura 103 – As ocupações pesquisadas Introdução Um panorama histórico da Baixa dos Sapateiros Habitações populares do Centro de Salvador Becos/avenidas da Baixa dos Sapateiros Habitar a vizinhança: práticas do habitar em becos/avenidas da Baixa dos Sapateiros Habitar sem vizinhos: um pátio do centro de Lisboa O habitar comunitário: memórias dos expulsos e relocados do antigo Pelourinho na Baixa dos Sapateiros Habitar com dignidade e habitar coagido: casarões ocupados no CHS Conclusões Referências Página em branco
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