Ecologia
معرفی کتاب «Ecologia» نوشتهٔ Sarah J Maas و Michael L. Cain، منتشرشده توسط نشر Artmed در سال 2017. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.
Capa Iniciais Ficha catalográfica Folha de rosto Créditos Autores Revisores Dedicatória Prefácio Recursos didáticos Sumário resumido Sumário Capítulo 1 - A teia da vida Malformações e declínio em populações de anfíbios: Estudo de Caso Introdução Conceito 1.1 - Os eventos no mundo natural estão interligados. Conexões na natureza Conceito 1.2 - A ecologia é o estudo científico das interações entre os organismos e seu ambiente. O que é ecologia? Conceito 1.3 - Os ecólogos avaliam hipóteses concorrentes sobre os sistemas naturais com observações, experimentos e modelos. Respondendo a questões ecológicas Ferramentas Ecológicas 1.1 - Planejando experimentos ecológicos ESTUDO DE CASO REVISITADO - Malformações e declínio em populações de anfíbios Análise de Dados 1.1 - Predadores introduzidos são uma das causas do declínio das populações de anfíbios? CONEXÕES NA NATUREZA - Missão impossível? Parte 1 - Os organismos e seu ambiente Capítulo 2 - O ambiente físico A variação climática e a abundância do salmão: Estudo de Caso Introdução Conceito 2.1 - O clima é o componente mais importante do ambiente físico. Clima Conceito 2.2 - Os ventos e as correntes oceânicas resultam de diferenças na radiação solar ao longo da superfície terrestre. Circulação atmosférica e oceânica Conceito 2.3 - Os padrões de circulação atmosférica e oceânica de larga escala estabelecem os padrões globais de temperatura e precipitação. Padrões climáticos globais Conceito 2.4 - Os climas regionais refletem a influência de oceanos e continentes, montanhas e vegetação. Influências climáticas regionais Análise de Dados 2.1 - Como as alterações na cobertura vegetal influenciam o clima? Conceito 2.5 - As variações climáticas sazonais e de longo prazo estão associadas a variações na posição da Terra em relação ao Sol. A variação climática ao longo do tempo Conceito 2.6 - Salinidade, acidez e concentração de oxigênio são os principais determinantes do ambiente químico. O ambiente químico ESTUDO DE CASO REVISITADO - A variação climática e a abundância do salmão CONEXÕES NA NATUREZA - Variação climática e ecologia Capítulo 3 - A biosfera O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies: Estudo de Caso Introdução Conceito 3.1 - Os biomas terrestres são caracterizados pelas formas de crescimento da vegetação dominante. Biomas terrestres Ferramentas Ecológicas 3.1 - Diagramas climáticos Análise de Dados 3.1 - Como a mudança climática afeta o bioma de campos? Conceito 3.2 - As zonas biológicas nos ecossistemas de água doce estão associadas à velocidade, profundidade, temperatura, transparência e composição química da água. Zonas biológicas de água doce Conceito 3.3 - As zonas biológicas marinhas são determinadas pela profundidade do oceano, disponibilidade de luz e estabilidade do substrato do fundo. Zonas biológicas marinhas ESTUDO DE CASO REVISITADO - O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies CONEXÕES NA NATUREZA - Pesquisa ecológica de longo prazo Capítulo 4 - Lidando com a variação ambiental: temperatura e água Rãs congeladas: Estudo de Caso Introdução Conceito 4.1 - Cada espécie tem uma faixa de tolerâncias ambientais que determina sua distribuição geográfica potencial. Respostas à variação ambiental Conceito 4.2 - A temperatura de um organismo é determinada pelas trocas de energia com o ambiente externo. Variação na temperatura Análise de Dados 4.1 - Como a espessura da pelagem influencia a atividade metabólica em endotérmicos? Conceito 4.3 - O equilíbrio hídrico de um organismo é determinado pelas trocas de água e solutos com o ambiente externo. Variação na disponibilidade hídrica ESTUDO DE CASO REVISITADO - Rãs congeladas CONEXÕES NA NATUREZA - Tolerância à dessecação, tamanho do corpo e raridade Capítulo 5 - Lidando com a variação ambiental: energia Corvos fabricantes de ferramentas: Estudo de Caso Introdução Conceito 5.1 - Os organismos obtêm energia a partir da luz solar, de compostos químicos inorgânicos ou por meio do consumo de compostos orgânicos. Fontes de energia Conceito 5.2 - A energia luminosa e química capturada pelos autótrofos é convertida em energia armazenada nas ligações carbono-carbono. Autotrofia Análise de Dados 5.1 - A aclimatização afeta o equilíbrio energético das plantas? Conceito 5.3 - Limitações ambientais resultaram na evolução de rotas bioquímicas que aumentam a eficiência da fotossíntese. Rotas fotossintéticas Conceito 5.4 - Os heterótrofos têm adaptações para adquirir e assimilar eficientemente a energia de uma diversidade de fontes orgânicas. Heterotrofia Ferramentas Ecológicas 5.1 - Isótopos estáveis ESTUDO DE CASO REVISITADO - Corvos fabricantes de ferramentas CONEXÕES NA NATUREZA - Uso de ferramentas: adaptação ou comportamento aprendido? Parte 2 - Ecologia evolutiva Capítulo 6 - Evolução e ecologia Caça de troféus e evolução não intencional: Estudo de Caso Introdução Conceito 6.1 - A evolução pode ser vista como variação genética ao longo do tempo ou como um processo de descendência com modificação. O que é evolução? Conceito 6.2 - A seleção natural, a deriva genética e o fluxo gênico podem causar a variação na frequência de alelos em uma população ao longo do tempo. Mecanismos da evolução Conceito 6.3 - A seleção natural é o único mecanismo evolutivo que causa evolução adaptativa de modo consistente. Evolução adaptativa Conceito 6.4 - Os padrões evolutivos de longo prazo são moldados por processos de larga escala, tais como especiação, extinções em massa e radiação adaptativa. A história evolutiva da vida Conceito 6.5 - As interações ecológicas e a evolução exercem profunda influência recíproca. Os efeitos conjuntos da ecologia e da evolução ESTUDO DE CASO REVISITADO - Caça de troféus e evolução não intencional CONEXÕES NA NATUREZA - O impacto humano na evolução Análise de Dados 6.1 - A predação por aves causa evolução em populações de mariposa? Capítulo 7 - Histórias de vida A história do Nemo: Estudo de Caso Introdução Conceito 7.1 - Os padrões de histórias de vida variam entre espécies e dentro da mesma espécie. Diversidade de histórias de vida Conceito 7.2 - Os padrões reprodutivos podem ser classificados ao longo de vários contínuos. Contínuos de histórias de vida Conceito 7.3 - Existem compensações (trade-offs) entre as características de histórias de vida. Compensações Análise de Dados 7.1 - Há uma compensação (trade-off) entre as reproduções atual e atrasada do papa-moscas-de-colarinho? Conceito 7.4 - Os organismos enfrentam diferentes pressões seletivas nos diferentes estágios do ciclo de vida. Evolução do ciclo de vida ESTUDO DE CASO REVISITADO - A história do Nemo CONEXÕES NA NATUREZA - Territorialismo, competição e história de vida Capítulo 8 - Ecologia comportamental Assassinos de filhotes: Estudo de Caso Introdução Conceito 8.1 - Uma abordagem evolutiva ao estudo sobre o comportamento leva a predições testáveis. Uma abordagem evolutiva ao comportamento Conceito 8.2 - Animais fazem escolhas comportamentais que aumentam seu ganho energético e reduzem seu risco de se tornarem presas. Comportamento de forrageio Conceito 8.3 - Os comportamentos de acasalamento refletem os custos e os benefícios do cuidado parental e da defesa do parceiro. Comportamento de acasalamento Conceito 8.4 - Existem vantagens e desvantagens na vida em grupos. Vivendo em grupos Análise de Dados 8.1 - O efeito de diluição protege os esqueitistas-dos-mares da predação de peixes? ESTUDO DE CASO REVISITADO - Assassinos de filhotes CONEXÕES NA NATUREZA - As respostas comportamentais aos predadores têm amplos efeitos ecológicos Parte 3 - Populações Capítulo 9 - Distribuição e abundância de populações Das florestas de algas-pardas aos vazios de ouriços: Estudo de Caso Introdução Conceito 9.1 - Populações são entidades dinâmicas que variam em tamanho no tempo e no espaço. Populações Conceito 9.2 - As distribuições e abundâncias de organismos são limitadas pela adequação do hábitat, fatores históricos e dispersão. Distribuição e abundância Análise de Dados 9.1 - Espécies herbáceas introduzidas modificaram a ocorrência de queimadas nas florestas secas do Havaí? Conceito 9.3 - Muitas espécies têm distribuição fragmentada de populações dentro de sua amplitude geográfica. Amplitude geográfica Conceito 9.4 - A distribuição de indivíduos dentro de uma população depende da localização dos recursos essenciais, dispersão e interações comportamentais. Distribuição dentro de populações Conceito 9.5 - As abundâncias e distribuições de populações podem ser estimadas por contagens em áreas específicas, métodos de distâncias, estudos de marcação e recaptura e modelos de nicho. Estimando abundâncias e distribuições Ferramentas Ecológicas 9.1 - Estimando a abundância ESTUDO DE CASO REVISITADO - Das florestas de algas-pardas aos vazios de ouriços CONEXÕES NA NATUREZA - Dos ouriços aos ecossistemas Capítulo 10 - Crescimento e controle populacional O crescimento da população humana: Estudo de Caso Introdução Conceito 10.1 - Tabelas de vida mostram como taxas de sobrevivência e de reprodução variam com idade, tamanho ou estágio do ciclo de vida. Tabelas de vida Conceito 10.2 - Dados das tabelas de vida podem ser usados para projetar o futuro da estrutura etária, do tamanho e da taxa de crescimento de uma população. Estruturas etárias Ferramentas Ecológicas 10.1 - Estimando taxas de crescimento populacional de uma espécie ameaçada Conceito 10.3 - Populações podem crescer exponencialmente quando as condições são favoráveis, mas o crescimento exponencial não continua indefinidamente. Crescimento exponencial Análise de Dados 10.1 - Como o crescimento populacional mudou ao longo do tempo? Conceito 10.4 - O tamanho populacional pode ser determinado por fatores dependentes e independentes da densidade. Efeitos da densidade Conceito 10.5 - A equação logística impõe limites ao crescimento e mostra como uma população pode se estabilizar em seu tamanho máximo: a capacidade de suporte. Crescimento logístico ESTUDO DE CASO REVISITADO - O crescimento da população humana CONEXÕES NA NATUREZA - A pegada ecológica Capítulo 11 - Dinâmica de populações Um mar em perigo: Estudo de Caso Introdução Conceito 11.1 - Padrões de crescimento populacional abrangem crescimento exponencial, crescimento logístico, flutuações e ciclos regulares. Padrões de crescimento populacional Conceito 11.2 - Dependência da densidade atrasada pode causar flutuações no tamanho das populações. Dependência da densidade atrasada Conceito 11.3 - O risco de extinção aumenta muito em populações pequenas. Extinção de populações Análise de Dados 11.1 - Como a variação em λ afeta o crescimento da população? Conceito 11.4 - Nas metapopulações, grupos de populações espacialmente isoladas estão conectados pela dispersão. Metapopulações ESTUDO DE CASO REVISITADO - Um mar em perigo CONEXÕES NA NATUREZA - De baixo para cima e vice-versa Parte 4 - Interações entre organismos Capítulo 12 - Competição Competição em plantas carnívoras: Estudo de Caso Introdução Conceito 12.1 - A competição ocorre entre indivíduos de duas espécies que partilham um recurso que limita seu crescimento, sobrevivência ou reprodução. Competição por recursos Conceito 12.2 - A competição, tanto direta quanto indireta, pode limitar a distribuição e a abundância das espécies competidoras. Características gerais da competição Conceito 12.3 - As espécies competidoras têm mais probabilidade de coexistir quando utilizam os recursos de maneiras diferentes. Exclusão competitiva Análise de Dados 12.1 - A competição com uma espécie nativa de mosquito evitará a propagação de uma espécie de mosquito introduzida? Conceito 12.4 - O resultado da competição pode ser alterado por condições ambientais, interações de espécies, distúrbios e evolução. Alterando o resultado da competição ESTUDO DE CASO REVISITADO - Competição em plantas carnívoras CONEXÕES NA NATUREZA - O paradoxo da diversidade Capítulo 13 - Predação e herbivoria Os ciclos da lebre-americana: Estudo de Caso Introdução Conceito 13.1 - A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas. Predadores e herbívoros Conceito 13.2 - Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas. Adaptações às interações exploratórias Análise de Dados 13.1 - Espécies diferentes de herbívoros selecionam genótipos diferentes de plantas? Conceito 13.3 - A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro. Efeitos da exploração em comunidades Conceito 13.4 - Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias. Exploração e ciclos populacionais ESTUDO DE CASO REVISITADO - Os ciclos da lebre-americana CONEXÕES NA NATUREZA - Medo, hormônios e a dinâmica de populações Capítulo 14 - Parasitismo Parasitas escravizadores: Estudo de Caso Introdução Conceito 14.1 - Parasitas normalmente alimentam-se apenas de um ou de alguns indivíduos hospedeiros. A história natural dos parasitas Conceito 14.2 - Os hospedeiros têm adaptações para se defender dos parasitas, e os parasitas têm adaptações para superar essas defesas. Defesas e contradefesas Análise de Dados 14.1 - Um simbionte defensivo aumentaria sua frequência em uma população hospedeira submetida ao parasitismo? Conceito 14.3 - As populações de parasitas e hospedeiros podem evoluir juntas, cada uma em resposta à seleção imposta pela outra. Coevolução parasita-hospedeiro Conceito 14.4 - Os parasitas podem reduzir a população de hospedeiros e alterar o resultado da interação de espécies, causando, assim, mudanças nas comunidades. Efeitos ecológicos dos parasitas Conceito 14.5 - Modelos simples da dinâmica hospedeiro-patógeno sugerem formas para controlar o estabelecimento e a propagação de doenças. Dinâmica e propagação de doenças ESTUDO DE CASO REVISITADO - Parasitas escravizadores CONEXÕES NA NATUREZA - De substâncias químicas à evolução e aos ecossistemas Capítulo 15 - Mutualismo e comensalismo Os primeiros agricultores: Estudo de Caso Introdução Conceito 15.1 - Nas interações positivas, nenhuma espécie é prejudicada e os benefícios são maiores do que os custos para pelo menos uma espécie. Interações positivas Conceito 15.2 - Cada parceiro em uma interação mutualista atua de modo que atenda a seus próprios interesses ecológicos e evolutivos. Características do mutualismo Análise de Dados 15.1 - As micorrizas transferem mais fósforo para as raízes das plantas que fornecem mais carboidratos? Conceito 15.3 - As interações positivas afetam a abundância e a distribuição das populações, assim como a composição das comunidades ecológicas. Consequências ecológicas das interações positivas ESTUDO DE CASO REVISITADO - Os primeiros agricultores CONEXÕES NA NATUREZA - Das mandíbulas à ciclagem de nutrientes Parte 5 - Comunidades Capítulo 16 - A natureza das comunidades “Alga assassina!”: Estudo de Caso Introdução Conceito 16.1 - Comunidades são grupos de espécies que interagem e ocorrem juntas no mesmo lugar e ao mesmo tempo. O que são comunidades? Conceito 16.2 - Diversidade e composição de espécies são importantes descritores da estrutura das comunidades. Estrutura de comunidades Conceito 16.3 - Comunidades podem ser caracterizadas por redes complexas de interações diretas e indiretas que variam em intensidade e direção. Interações de múltiplas espécies Ferramentas Ecológicas 16.1 - Medidas da intensidade de interação Análise de Dados 16.1 - Quais os efeitos de espécies invasoras sobre a diversidade de espécies? ESTUDO DE CASO REVISITADO - “Alga assassina!” CONEXÕES NA NATUREZA - É preciso se comprometer para acabar com invasões Capítulo 17 - Mudanças em comunidades Um experimento natural de proporções montanhosas: Estudo de Caso Introdução Conceito 17.1 - Agentes de mudança atuam sobre comunidades ao longo de múltiplas escalas temporais e espaciais. Agentes de mudança Conceito 17.2 - Sucessão é a mudança na composição de espécies ao longo do tempo em resposta a agentes de mudança abióticos e bióticos. Fundamentos da sucessão Conceito 17.3 - Experimentos mostram que os mecanismos de sucessão são diversos e dependentes do contexto. Mecanismos de sucessão Conceito 17.4 - Comunidades podem seguir caminhos sucessionais diferentes e apresentar estados alternativos. Estados estáveis alternativos Análise de Dados 17.1 - Que tipos de interações entre espécies conduzem a sucessão em florestas de montanha? ESTUDO DE CASO REVISITADO - Um experimento natural de proporções montanhosas CONEXÕES NA NATUREZA - Sucessão primária e mutualismo Capítulo 18 - Biogeografia O maior experimento ecológico na Terra: Estudo de Caso Introdução Conceito 18.1 - Padrões de diversidade e distribuição de espécies variam em escalas espaciais global, regional e local. Biogeografia e escala espacial Conceito 18.2 - Os padrões globais de diversidade e composição de espécies são influenciados por área e isolamento geográfico, história evolutiva e clima global. Biogeografia global Conceito 18.3 - Diferenças regionais na diversidade de espécies são influenciadas pela área e pela distância, que por sua vez determinam o balanço entre as taxas de imigração e extinção. Biogeografia regional Ferramentas Ecológicas 18.1 - Curvas de espécie-área Análise de Dados 18.1 - Invasões de espécies influenciam as curvas de espécie-área? ESTUDO DE CASO REVISITADO - O maior experimento ecológico na Terra CONEXÕES NA NATUREZA - A diversidade da floresta pluvial tropical beneficia os humanos Capítulo 19 - Diversidade de espécies em comunidades Movido a pradaria? Estudo de Caso Introdução Conceito 19.1 - A diversidade de espécies difere entre as comunidades por conta de variações no pool regional de espécies, nas condições abióticas e nas interações de espécies. Membros da comunidade Conceito 19.2 - Teoriza-se que a partição de recursos diminui a competição e aumenta a diversidade de espécies. Partição de recursos Conceito 19.3 - Processos como distúrbio, estresse, predação e interações positivas podem mediar a disponibilidade de recursos, promovendo, asssim, a coexistência e a diversidade de espécies. Mediação de recursos e coexistência Análise de Dados 19.1 - Como predação e dispersão interagem para influenciar a riqueza de espécies? Conceito 19.4 - Muitos experimentos mostram que a diversidade de espécies é positivamente relacionada a funções da comunidade. As consequências da diversidade ESTUDO DE CASO REVISITADO - Movidos a pradaria? CONEXÕES NA NATUREZA - Barreiras aos biocombustíveis: o enigma da parede celular vegetal Parte 6 - Ecossistemas Capítulo 20 - Produtividade Vida nas profundezas submarinas: Estudo de Caso Introdução Conceito 20.1 - A energia nos ecossistemas origina-se com a produção primária pelos autótrofos. Produção primária Ferramentas Ecológicas 20.1 - Sensoriamento remoto Análise de Dados 20.1 - O desmatamento influencia as concentrações de CO2 atmosférico? Conceito 20.2 - A produção primária líquida é limitada por fatores ambientais físicos e bióticos. Controles ambientais sobre a produção primária líquida Conceito 20.3 - Os padrões globais de produção primária líquida são reflexo das limitações climáticas e dos tipos de biomas. Padrões globais de produção primária líquida Conceito 20.4 - A produção secundária é gerada por meio do consumo de matéria orgânica pelos heterótrofos. Produção secundária ESTUDO DE CASO REVISITADO - Vida nas profundezas submarinas CONEXÕES NA NATUREZA - Sucessão e evolução movidas pela energia nas comunidades das fontes hidrotermais Capítulo 21 - Fluxo energético e teias alimentares Toxinas em locais remotos: Estudo de Caso Introdução Conceito 21.1 - Níveis tróficos descrevem as posições alimentares dos grupos de organismos nos ecossistemas. Relações alimentares Conceito 21.2 - A quantidade de energia transferida de um nível trófico para o próximo depende da qualidade do alimento, bem como da abundância e da fisiologia do consumidor. Fluxo energético entre os níveis tróficos Conceito 21.3 - Alterações na abundância dos organismos de um nível trófico podem influenciar o fluxo energético em diversos níveis tróficos. Cascatas tróficas Análise de Dados 21.1 - A identidade dos organismos influencia o fluxo energético entre os níveis tróficos? Conceito 21.4 - Teias alimentares são modelos conceituais de interações tróficas de organismos em um ecossistema. Teias alimentares ESTUDO DE CASO REVISITADO - Toxinas em locais remotos CONEXÕES NA NATUREZA - Transporte biológico de poluentes Capítulo 22 - Oferta e ciclagem de nutrientes Uma crosta frágil: Estudo de Caso Introdução Conceito 22.1 - Aportes nutricionais em ecossistemas ocorrem por meio da decomposição química dos minerais das rochas ou por meio da fixação de gases atmosféricos. Nutrientes: necessidades e fontes Conceito 22.2 - Transformações químicas e biológicas nos ecossistemas alteram a forma química e a oferta de nutrientes. Transformações dos nutrientes Análise de Dados 22.1 - A lignina sempre inibe a decomposição? Conceito 22.3 - Os nutrientes circulam através dos componentes dos ecossistemas. Ciclos e perdas de nutrientes Ferramentas Ecológicas 22.1 - Instrumentação de bacias hidrográficas Conceito 22.4 - Os ecossistemas de água doce e marinhos recebem aporte de nutrientes dos ecossistemas terrestres. Nutrientes em ecossistemas aquáticos ESTUDO DE CASO REVISITADO - Uma crosta frágil CONEXÕES NA NATUREZA - Nutrientes, distúrbios e espécies invasoras Parte 7 - Ecologia aplicada e de larga escala Capítulo 23 - Biologia da conservação Pássaros e bombas podem coexistir? Estudo de Caso Introdução Conceito 23.1 - A biologia da conservação é uma ciência interdisciplinar que aplica os princípios da ecologia para a conservação da biodiversidade. Biologia da conservação Conceito 23.2 - A biodiversidade está sendo reduzida globalmente. O declínio da biodiversidade Conceito 23.3 - As principais ameaças à biodiversidade incluem perda de hábitat, espécies invasoras, sobre-exploração, poluição, doenças e mudanças climáticas. Ameaças à biodiversidade Análise de Dados 23.1 - As emissões de óxido nítrico diferem estatisticamente entre parcelas com e sem kudzu? Conceito 23.4 - Biólogos da conservação usam muitas ferramentas e trabalham em múltiplas escalas para manejar as populações em declínio. Abordagens à conservação Ferramentas Ecológicas 23.1 - Investigação forense na biologia da conservação Conceito 23.5 - Priorizar espécies ajuda a maximizar a biodiversidade que pode ser protegida com recursos limitados. Classificação de espécies para proteção ESTUDO DE CASO REVISITADO - Pássaros e bombas podem coexistir? CONEXÕES NA NATUREZA - Algumas questões sobre as queimadas Capítulo 24 - Ecologia da paisagem e manejo de ecossistemas Lobos na paisagem de Yellowstone: Estudo de Caso Introdução Ferramentas Ecológicas 24.1 - Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) Conceito 24.1 - A ecologia da paisagem examina padrões espaciais e suas relações com os processos ecológicos. Ecologia da paisagem Conceito 24.2 - Perda e fragmentação de hábitat diminuem as áreas de hábitat, isolam populações e alteram condições nas bordas dos hábitats. Perda e fragmentação de hábitat Análise de Dados 24.1 - Até que ponto os efeitos de borda penetram em fragmentos florestais? Conceito 24.3 - A biodiversidade pode ser mais bem preservada por grandes reservas conectadas através da paisagem e protegidas de áreas de uso humano intenso. Planejamento de reservas naturais Conceito 24.4 - O manejo de ecossistemas é um processo colaborativo cuja meta principal é a manutenção da integridade ecológica em longo prazo. Manejo de ecossistemas ESTUDO DE CASO REVISITADO - Lobos na paisagem de Yellowstone CONEXÕES NA NATUREZA - Futuras mudanças na paisagem de Yellowstone Capítulo 25 - Ecologia global Épicas tempestades de poeira: Estudo de Caso Introdução Conceito 25.1 - Os elementos químicos, em uma escala global, movem-se entre seus reservatórios geológicos, atmosféricos, oceânicos e biológicos. Ciclos biogeoquímicos globais Análise de Dados 25.1 - Quanto o pH do oceano diminuirá no século XXI? Conceito 25.2 - A Terra está aquecendo devido às emissões antropogênicas de gases do efeito estufa. Mudança climática global Conceito 25.3 - Emissões antropogênicas de enxofre e nitrogênio causam deposição ácida, alteram a química do solo e afetam a saúde dos ecossistemas. Deposição ácida e deposição de nitrogênio Conceito 25.4 - A redução do ozônio na estratosfera e seu aumento na troposfera representam riscos para os organismos. Ozônio atmosférico ESTUDO DE CASO REVISITADO - Épicas tempestades de poeira CONEXÕES NA NATUREZA - A poeira como um vetor de impactos ecológicos Guardas Conheça também Sobre o Grupo A Capa Iniciais Ficha catalográfica Folha de rosto Créditos Autores Revisores Dedicatória Prefácio Recursos didáticos Sumário resumido Sumário Capítulo 1 - A teia da vida Malformações e declínio em populações de anfíbios: Estudo de Caso Introdução Conceito 1.1 - Os eventos no mundo natural estão interligados. Conexões na natureza Conceito 1.2 - A ecologia é o estudo científico das interações entre os organismos e seu ambiente. O que é ecologia? Conceito 1.3 - Os ecólogos avaliam hipóteses concorrentes sobre os sistemas naturais com observações, experimentos e modelos. Respondendo a questões ecológicas Ferramentas Ecológicas 1.1 - Planejando experimentos ecológicos ESTUDO DE CASO REVISITADO - Malformações e declínio em populações de anfíbios Análise de Dados 1.1 - Predadores introduzidos são uma das causas do declínio das populações de anfíbios? CONEXÕES NA NATUREZA - Missão impossível? Parte 1 - Os organismos e seu ambiente Capítulo 2 - O ambiente físico A variação climática e a abundância do salmão: Estudo de Caso Introdução Conceito 2.1 - O clima é o componente mais importante do ambiente físico. Clima Conceito 2.2 - Os ventos e as correntes oceânicas resultam de diferenças na radiação solar ao longo da superfície terrestre. Circulação atmosférica e oceânica Conceito 2.3 - Os padrões de circulação atmosférica e oceânica de larga escala estabelecem os padrões globais de temperatura e precipitação. Padrões climáticos globais Conceito 2.4 - Os climas regionais refletem a influência de oceanos e continentes, montanhas e vegetação. Influências climáticas regionais Análise de Dados 2.1 - Como as alterações na cobertura vegetal influenciam o clima? Conceito 2.5 - As variações climáticas sazonais e de longo prazo estão associadas a variações na posição da Terra em relação ao Sol. A variação climática ao longo do tempo Conceito 2.6 - Salinidade, acidez e concentração de oxigênio são os principais determinantes do ambiente químico. O ambiente químico ESTUDO DE CASO REVISITADO - A variação climática e a abundância do salmão CONEXÕES NA NATUREZA - Variação climática e ecologia Capítulo 3 - A biosfera O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies: Estudo de Caso Introdução Conceito 3.1 - Os biomas terrestres são caracterizados pelas formas de crescimento da vegetação dominante. Biomas terrestres Ferramentas Ecológicas 3.1 - Diagramas climáticos Análise de Dados 3.1 - Como a mudança climática afeta o bioma de campos? Conceito 3.2 - As zonas biológicas nos ecossistemas de água doce estão associadas à velocidade, profundidade, temperatura, transparência e composição química da água. Zonas biológicas de água doce Conceito 3.3 - As zonas biológicas marinhas são determinadas pela profundidade do oceano, disponibilidade de luz e estabilidade do substrato do fundo. Zonas biológicas marinhas ESTUDO DE CASO REVISITADO - O Serengeti americano – 12 séculos de alterações nas Grandes Planícies CONEXÕES NA NATUREZA - Pesquisa ecológica de longo prazo Capítulo 4 - Lidando com a variação ambiental: temperatura e água Rãs congeladas: Estudo de Caso Introdução Conceito 4.1 - Cada espécie tem uma faixa de tolerâncias ambientais que determina sua distribuição geográfica potencial. Respostas à variação ambiental Conceito 4.2 - A temperatura de um organismo é determinada pelas trocas de energia com o ambiente externo. Variação na temperatura Análise de Dados 4.1 - Como a espessura da pelagem influencia a atividade metabólica em endotérmicos? Conceito 4.3 - O equilíbrio hídrico de um organismo é determinado pelas trocas de água e solutos com o ambiente externo. Variação na disponibilidade hídrica ESTUDO DE CASO REVISITADO - Rãs congeladas CONEXÕES NA NATUREZA - Tolerância à dessecação, tamanho do corpo e raridade Capítulo 5 - Lidando com a variação ambiental: energia Corvos fabricantes de ferramentas: Estudo de Caso Introdução Conceito 5.1 - Os organismos obtêm energia a partir da luz solar, de compostos químicos inorgânicos ou por meio do consumo de compostos orgânicos. Fontes de energia Conceito 5.2 - A energia luminosa e química capturada pelos autótrofos é convertida em energia armazenada nas ligações carbono-carbono. Autotrofia Análise de Dados 5.1 - A aclimatização afeta o equilíbrio energético das plantas? Conceito 5.3 - Limitações ambientais resultaram na evolução de rotas bioquímicas que aumentam a eficiência da fotossíntese. Rotas fotossintéticas Conceito 5.4 - Os heterótrofos têm adaptações para adquirir e assimilar eficientemente a energia de uma diversidade de fontes orgânicas. Heterotrofia Ferramentas Ecológicas 5.1 - Isótopos estáveis ESTUDO DE CASO REVISITADO - Corvos fabricantes de ferramentas CONEXÕES NA NATUREZA - Uso de ferramentas: adaptação ou comportamento aprendido? Parte 2 - Ecologia evolutiva Capítulo 6 - Evolução e ecologia Caça de troféus e evolução não intencional: Estudo de Caso Introdução Conceito 6.1 - A evolução pode ser vista como variação genética ao longo do tempo ou como um processo de descendência com modificação. O que é evolução? Conceito 6.2 - A seleção natural, a deriva genética e o fluxo gênico podem causar a variação na frequência de alelos em uma população ao longo do tempo. Mecanismos da evolução Conceito 6.3 - A seleção natural é o único mecanismo evolutivo que causa evolução adaptativa de modo consistente. Evolução adaptativa Conceito 6.4 - Os padrões evolutivos de longo prazo são moldados por processos de larga escala, tais como especiação, extinções em massa e radiação adaptativa. A história evolutiva da vida Conceito 6.5 - As interações ecológicas e a evolução exercem profunda influência recíproca. Os efeitos conjuntos da ecologia e da evolução ESTUDO DE CASO REVISITADO - Caça de troféus e evolução não intencional CONEXÕES NA NATUREZA - O impacto humano na evolução Análise de Dados 6.1 - A predação por aves causa evolução em populações de mariposa? Capítulo 7 - Histórias de vida A história do Nemo: Estudo de Caso Introdução Conceito 7.1 - Os padrões de histórias de vida variam entre espécies e dentro da mesma espécie. Diversidade de histórias de vida Conceito 7.2 - Os padrões reprodutivos podem ser classificados ao longo de vários contínuos. Contínuos de histórias de vida Conceito 7.3 - Existem compensações (trade-offs) entre as características de histórias de vida. Compensações Análise de Dados 7.1 - Há uma compensação (trade-off) entre as reproduções atual e atrasada do papa-moscas-de-colarinho? Conceito 7.4 - Os organismos enfrentam diferentes pressões seletivas nos diferentes estágios do ciclo de vida. Evolução do ciclo de vida ESTUDO DE CASO REVISITADO - A história do Nemo CONEXÕES NA NATUREZA - Territorialismo, competição e história de vida Capítulo 8 - Ecologia comportamental Assassinos de filhotes: Estudo de Caso Introdução Conceito 8.1 - Uma abordagem evolutiva ao estudo sobre o comportamento leva a predições testáveis. Uma abordagem evolutiva ao comportamento Conceito 8.2 - Animais fazem escolhas comportamentais que aumentam seu ganho energético e reduzem seu risco de se tornarem presas. Comportamento de forrageio Conceito 8.3 - Os comportamentos de acasalamento refletem os custos e os benefícios do cuidado parental e da defesa do parceiro. Comportamento de acasalamento Conceito 8.4 - Existem vantagens e desvantagens na vida em grupos. Vivendo em grupos Análise de Dados 8.1 - O efeito de diluição protege os esqueitistas-dos-mares da predação de peixes? ESTUDO DE CASO REVISITADO - Assassinos de filhotes CONEXÕES NA NATUREZA - As respostas comportamentais aos predadores têm amplos efeitos ecológicos Parte 3 - Populações Capítulo 9 - Distribuição e abundância de populações Das florestas de algas-pardas aos vazios de ouriços: Estudo de Caso Introdução Conceito 9.1 - Populações são entidades dinâmicas que variam em tamanho no tempo e no espaço. Populações Conceito 9.2 - As distribuições e abundâncias de organismos são limitadas pela adequação do hábitat, fatores históricos e dispersão. Distribuição e abundância Análise de Dados 9.1 - Espécies herbáceas introduzidas modificaram a ocorrência de queimadas nas florestas secas do Havaí? Conceito 9.3 - Muitas espécies têm distribuição fragmentada de populações dentro de sua amplitude geográfica. Amplitude geográfica Conceito 9.4 - A distribuição de indivíduos dentro de uma população depende da localização dos recursos essenciais, dispersão e interações comportamentais. Distribuição dentro de populações Conceito 9.5 - As abundâncias e distribuições de populações podem ser estimadas por contagens em áreas específicas, métodos de distâncias, estudos de marcação e recaptura e modelos de nicho. Estimando abundâncias e distribuições Ferramentas Ecológicas 9.1 - Estimando a abundância ESTUDO DE CASO REVISITADO - Das florestas de algas-pardas aos vazios de ouriços CONEXÕES NA NATUREZA - Dos ouriços aos ecossistemas Capítulo 10 - Crescimento e controle populacional O crescimento da população humana: Estudo de Caso Introdução Conceito 10.1 - Tabelas de vida mostram como taxas de sobrevivência e de reprodução variam com idade, tamanho ou estágio do ciclo de vida. Tabelas de vida Conceito 10.2 - Dados das tabelas de vida podem ser usados para projetar o futuro da estrutura etária, do tamanho e da taxa de crescimento de uma população. Estruturas etárias Ferramentas Ecológicas 10.1 - Estimando taxas de crescimento populacional de uma espécie ameaçada Conceito 10.3 - Populações podem crescer exponencialmente quando as condições são favoráveis, mas o crescimento exponencial não continua indefinidamente. Crescimento exponencial Análise de Dados 10.1 - Como o crescimento populacional mudou ao longo do tempo? Conceito 10.4 - O tamanho populacional pode ser determinado por fatores dependentes e independentes da densidade. Efeitos da densidade Conceito 10.5 - A equação logística impõe limites ao crescimento e mostra como uma população pode se estabilizar em seu tamanho máximo: a capacidade de suporte. Crescimento logístico ESTUDO DE CASO REVISITADO - O crescimento da população humana CONEXÕES NA NATUREZA - A pegada ecológica Capítulo 11 - Dinâmica de populações Um mar em perigo: Estudo de Caso Introdução Conceito 11.1 - Padrões de crescimento populacional abrangem crescimento exponencial, crescimento logístico, flutuações e ciclos regulares. Padrões de crescimento populacional Conceito 11.2 - Dependência da densidade atrasada pode causar flutuações no tamanho das populações. Dependência da densidade atrasada Conceito 11.3 - O risco de extinção aumenta muito em populações pequenas. Extinção de populações Análise de Dados 11.1 - Como a variação em λ afeta o crescimento da população? Conceito 11.4 - Nas metapopulações, grupos de populações espacialmente isoladas estão conectados pela dispersão. Metapopulações ESTUDO DE CASO REVISITADO - Um mar em perigo CONEXÕES NA NATUREZA - De baixo para cima e vice-versa Parte 4 - Interações entre organismos Capítulo 12 - Competição Competição em plantas carnívoras: Estudo de Caso Introdução Conceito 12.1 - A competição ocorre entre indivíduos de duas espécies que partilham um recurso que limita seu crescimento, sobrevivência ou reprodução. Competição por recursos Conceito 12.2 - A competição, tanto direta quanto indireta, pode limitar a distribuição e a abundância das espécies competidoras. Características gerais da competição Conceito 12.3 - As espécies competidoras têm mais probabilidade de coexistir quando utilizam os recursos de maneiras diferentes. Exclusão competitiva Análise de Dados 12.1 - A competição com uma espécie nativa de mosquito evitará a propagação de uma espécie de mosquito introduzida? Conceito 12.4 - O resultado da competição pode ser alterado por condições ambientais, interações de espécies, distúrbios e evolução. Alterando o resultado da competição ESTUDO DE CASO REVISITADO - Competição em plantas carnívoras CONEXÕES NA NATUREZA - O paradoxo da diversidade Capítulo 13 - Predação e herbivoria Os ciclos da lebre-americana: Estudo de Caso Introdução Conceito 13.1 - A maioria dos predadores tem dietas amplas, ao passo que a maioria dos herbívoros tem dietas relativamente restritas. Predadores e herbívoros Conceito 13.2 - Os organismos desenvolveram uma ampla gama de adaptações que os ajudam a obter alimento e a evitar que se tornem presas. Adaptações às interações exploratórias Análise de Dados 13.1 - Espécies diferentes de herbívoros selecionam genótipos diferentes de plantas? Conceito 13.3 - A predação e a herbivoria podem afetar muito as comunidades ecológicas, às vezes transformando um tipo de comunidade em outro. Efeitos da exploração em comunidades Conceito 13.4 - Ciclos populacionais podem ser causados por interações exploratórias. Exploração e ciclos populacionais ESTUDO DE CASO REVISITADO - Os ciclos da lebre-americana CONEXÕES NA NATUREZA - Medo, hormônios e a dinâmica de populações Capítulo 14 - Parasitismo Parasitas escravizadores: Estudo de Caso Introdução Conceito 14.1 - Parasitas normalmente alimentam-se apenas de um ou de alguns indivíduos hospedeiros. A história natural dos parasitas Conceito 14.2 - Os hospedeiros têm adaptações para se defender dos parasitas, e os parasitas têm adaptações para superar essas defesas. Defesas e contradefesas Análise de Dados 14.1 - Um simbionte defensivo aumentaria sua frequência em uma população hospedeira submetida ao parasitismo? Conceito 14.3 - As populações de parasitas e hospedeiros podem evoluir juntas, cada uma em resposta à seleção imposta pela outra. Coevolução parasita-hospedeiro Conceito 14.4 - Os parasitas podem reduzir a população de hospedeiros e alterar o resultado da interação de espécies, causando, assim, mudanças nas comunidades. Efeitos ecológicos dos parasitas Conceito 14.5 - Modelos simples da dinâmica hospedeiro-patógeno sugerem formas para controlar o estabelecimento e a propagação de doenças. Dinâmica e propagação de doenças ESTUDO DE CASO REVISITADO - Parasitas escravizadores CONEXÕES NA NATUREZA - De substâncias químicas à evolução e aos ecossistemas Capítulo 15 - Mutualismo e comensalismo Os primeiros agricultores: Estudo de Caso Introdução Conceito 15.1 - Nas interações positivas, nenhuma espécie é prejudicada e os benefícios são maiores do que os custos para pelo menos uma espécie. Interações positivas Conceito 15.2 - Cada parceiro em uma interação mutualista atua de modo que atenda a seus próprios interesses ecológicos e evolutivos. Características do mutualismo Análise de Dados 15.1 - As micorrizas transferem mais fósforo para as raízes das plantas que fornecem mais carboidratos? Conceito 15.3 - As interações positivas afetam a abundância e a distribuição das populações, assim como a composição das comunidades ecológicas. Consequências ecológicas das interações positivas ESTUDO DE CASO REVISITADO - Os primeiros agricultores CONEXÕES NA NATUREZA - Das mandíbulas à ciclagem de nutrientes Parte 5 - Comunidades Capítulo 16 - A natureza das comunidades “Alga assassina!”: Estudo de Caso Introdução Conceito 16.1 - Comunidades são grupos de espécies que interagem e ocorrem juntas no mesmo lugar e ao mesmo tempo. O que são comunidades? Conceito 16.2 - Diversidade e composição de espécies são importantes descritores da estrutura das comunidades. Estrutura de comunidades Conceito 16.3 - Comunidades podem ser caracterizadas por redes complexas de interações diretas e indiretas que variam em intensidade e direção. Interações de múltiplas espécies Ferramentas Ecológicas 16.1 - Medidas da intensidade de interação Análise de Dados 16.1 - Quais os efeitos de espécies invasoras sobre a diversidade de espécies? ESTUDO DE CASO REVISITADO - “Alga assassina!” CONEXÕES NA NATUREZA - É preciso se comprometer para acabar com invasões Capítulo 17 - Mudanças em comunidades Um experimento natural de proporções montanhosas: Estudo de Caso Introdução Conceito 17.1 - Agentes de mudança atuam sobre comunidades ao longo de múltiplas escalas temporais e espaciais. Agentes de mudança Conceito 17.2 - Sucessão é a mudança na composição de espécies ao longo do tempo em resposta a agentes de mudança abióticos e bióticos. Fundamentos da sucessão Conceito 17.3 - Experimentos mostram que os mecanismos de sucessão são diversos e dependentes do contexto. Mecanismos de sucessão Conceito 17.4 - Comunidades podem seguir caminhos sucessionais diferentes e apresentar estados alternativos. Estados estáveis alternativos Análise de Dados 17.1 - Que tipos de interações entre espécies conduzem a sucessão em florestas de montanha? ESTUDO DE CASO REVISITADO - Um experimento natural de proporções montanhosas CONEXÕES NA NATUREZA - Sucessão primária e mutualismo Capítulo 18 - Biogeografia O maior experimento ecológico na Terra: Estudo de Caso Introdução Conceito 18.1 - Padrões de diversidade e distribuição de espécies variam em escalas espaciais global, regional e local. Biogeografia e escala espacial Conceito 18.2 - Os padrões globais de diversidade e composição de espécies são influenciados por área e isolamento geográfico, história evolutiva e clima global. Biogeografia global Conceito 18.3 - Diferenças regionais na diversidade de espécies são influenciadas pela área e pela distância, que por sua vez determinam o balanço entre as taxas de imigração e extinção. Biogeografia regional Ferramentas Ecológicas 18.1 - Curvas de espécie-área Análise de Dados 18.1 - Invasões de espécies influenciam as curvas de espécie-área? ESTUDO DE CASO REVISITADO - O maior experimento ecológico na Terra CONEXÕES NA NATUREZA - A diversidade da floresta pluvial tropical beneficia os humanos Capítulo 19 - Diversidade de espécies em comunidades Movido a pradaria? Estudo de Caso Introdução Conceito 19.1 - A diversidade de espécies difere entre as comunidades por conta de variações no pool regional de espécies, nas condições abióticas e nas interações de espécies. Membros da comunidade Conceito 19.2 - Teoriza-se que a partição de recursos diminui a competição e aumenta a diversidade de espécies. Partição de recursos Conceito 19.3 - Processos como distúrbio, estresse, predação e interações positivas podem mediar a disponibilidade de recursos, promovendo, asssim, a coexistência e a diversidade de espécies. Mediação de recursos e coexistência Análise de Dados 19.1 - Como predação e dispersão interagem para influenciar a riqueza de espécies? Conceito 19.4 - Muitos experimentos mostram que a diversidade de espécies é positivamente relacionada a funções da comunidade. As consequências da diversidade ESTUDO DE CASO REVISITADO - Movidos a pradaria? CONEXÕES NA NATUREZA - Barreiras aos biocombustíveis: o enigma da parede celular vegetal Parte 6 - Ecossistemas Capítulo 20 - Produtividade Vida nas profundezas submarinas: Estudo de Caso Introdução Conceito 20.1 - A energia nos ecossistemas origina-se com a produção primária pelos autótrofos. Produção primária Ferramentas Ecológicas 20.1 - Sensoriamento remoto Análise de Dados 20.1 - O desmatamento influencia as concentrações de CO2 atmosférico? Conceito 20.2 - A produção primária líquida é limitada por fatores ambientais físicos e bióticos. Controles ambientais sobre a produção primária líquida Conceito 20.3 - Os padrões globais de produção primária líquida são reflexo das limitações climáticas e dos tipos de biomas. Padrões globais de produção primária líquida Conceito 20.4 - A produção secundária é gerada por meio do consumo de matéria orgânica pelos heterótrofos. Produção secundária ESTUDO DE CASO REVISITADO - Vida nas profundezas submarinas CONEXÕES NA NATUREZA - Sucessão e evolução movidas pela energia nas comunidades das fontes hidrotermais Capítulo 21 - Fluxo energético e teias alimentares Toxinas em locais remotos: Estudo de Caso Introdução Conceito 21.1 - Níveis tróficos descrevem as posições alimentares dos grupos de organismos nos ecossistemas. Relações alimentares Conceito 21.2 - A quantidade de energia transferida de um nível trófico para o próximo depende da qualidade do alimento, bem como da abundância e da fisiologia do consumidor. Fluxo energético entre os níveis tróficos Conceito 21.3 - Alterações na abundância dos organismos de um nível trófico podem influenciar o fluxo energético em diversos níveis tróficos. Cascatas tróficas Análise de Dados 21.1 - A identidade dos organismos influencia o fluxo energético entre os níveis tróficos? Conceito 21.4 - Teias alimentares são modelos conceituais de interações tróficas de organismos em um ecossistema. Teias alimentares ESTUDO DE CASO REVISITADO - Toxinas em locais remotos CONEXÕES NA NATUREZA - Transporte biológico de poluentes Capítulo 22 - Oferta e ciclagem de nutrientes Uma crosta frágil: Estudo de Caso Introdução Conceito 22.1 - Aportes nutricionais em ecossistemas ocorrem por meio da decomposição química dos minerais das rochas ou por meio da fixação de gases atmosféricos. Nutrientes: necessidades e fontes Conceito 22.2 - Transformações químicas e biológicas nos ecossistemas alteram a forma química e a oferta de nutrientes. Transformações dos nutrientes Análise de Dados 22.1 - A lignina sempre inibe a decomposição? Conceito 22.3 - Os nutrientes circulam através dos componentes dos ecossistemas. Ciclos e perdas de nutrientes Ferramentas Ecológicas 22.1 - Instrumentação de bacias hidrográficas Conceito 22.4 - Os ecossistemas de água doce e marinhos recebem aporte de nutrientes dos ecossistemas terrestres. Nutrientes em ecossistemas aquáticos ESTUDO DE CASO REVISITADO - Uma crosta frágil CONEXÕES NA NATUREZA - Nutrientes, distúrbios e espécies invasoras Parte 7 - Ecologia aplicada e de larga escala Capítulo 23 - Biologia da conservação Pássaros e bombas podem coexistir? Estudo de Caso Introdução Conceito 23.1 - A biologia da conservação é uma ciência interdisciplinar que aplica os princípios da ecologia para a conservação da biodiversidade. Biologia da conservação Conceito 23.2 - A biodiversidade está sendo reduzida globalmente. O declínio da biodiversidade Conceito 23.3 - As principais ameaças à biodiversidade incluem perda de hábitat, espécies invasoras, sobre-exploração, poluição, doenças e mudanças climáticas. Ameaças à biodiversidade Análise de Dados 23.1 - As emissões de óxido nítrico diferem estatisticamente entre parcelas com e sem kudzu? Conceito 23.4 - Biólogos da conservação usam muitas ferramentas e trabalham em múltiplas escalas para manejar as populações em declínio. Abordagens à conservação Ferramentas Ecológicas 23.1 - Investigação forense na biologia da conservação Conceito 23.5 - Priorizar espécies ajuda a maximizar a biodiversidade que pode ser protegida com recursos limitados. Classificação de espécies para proteção ESTUDO DE CASO REVISITADO - Pássaros e bombas podem coexistir? CONEXÕES NA NATUREZA - Algumas questões sobre as queimadas Capítulo 24 - Ecologia da paisagem e manejo de ecossistemas Lobos na paisagem de Yellowstone: Estudo de Caso Introdução Ferramentas Ecológicas 24.1 - Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) Conceito 24.1 - A ecologia da paisagem examina padrões espaciais e suas relações com os processos ecológicos. Ecologia da paisagem Conceito 24.2 - Perda e fragmentação de hábitat diminuem as áreas de hábitat, isolam populações e alteram condições nas bordas dos hábitats. Perda e fragmentação de hábitat Análise de Dados 24.1 - Até que ponto os efeitos de borda penetram em fragmentos florestais? Conceito 24.3 - A biodiversidade pode ser mais bem preservada por grandes reservas conectadas através da paisagem e protegidas de áreas de uso humano intenso. Planejamento de reservas naturais Conceito 24.4 - O manejo de ecossistemas é um processo colaborativo cuja meta principal é a manutenção da integridade ecológica em longo prazo. Manejo de ecossistemas ESTUDO DE CASO REVISITADO - Lobos na paisagem de Yellowstone CONEXÕES NA NATUREZA - Futuras mudanças na paisagem de Yellowstone Capítulo 25 - Ecologia global Épicas tempestades de poeira: Estudo de Caso Introdução Conceito 25.1 - Os elementos químicos, em uma escala global, movem-se entre seus reservatórios geológicos, atmosféricos, oceânicos e biológicos. Ciclos biogeoquímicos globais Análise de Dados 25.1 - Quanto o pH do oceano diminuirá no século XXI? Conceito 25.2 - A Terra está aquecendo devido às emissões antropogênicas de gases do efeito estufa. Mudança climática global Conceito 25.3 - Emissões antropogênicas de enxofre e nitrogênio causam deposição ácida, alteram a química do solo e afetam a saúde dos ecossistemas. Deposição ácida e deposição de nitrogênio Conceito 25.4 - A redução do ozônio na estratosfera e seu aumento na troposfera representam riscos para os organismos. Ozônio atmosférico ESTUDO DE CASO REVISITADO - Épicas tempestades de poeira CONEXÕES NA NATUREZA - A poeira como um vetor de impactos ecológicos Guardas Conheça também Sobre o Grupo A
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