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A Estetização do Mundo: Viver Na Era do Capitalismo Artista

معرفی کتاب «A Estetização do Mundo: Viver Na Era do Capitalismo Artista» نوشتهٔ Gilles Lipovetsky; Jean Serroy، منتشرشده توسط نشر Companhia Digital. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.

O autor de O império do efêmero assina esse acurado ensaio que revela como a estética está a serviço do mercado, apelando à sensibilidade dos consumidores. Destruição das paisagens, esgotamento das matérias-primas e colapso dos trabalhadores – o capitalismo é uma máquina de decadência estética e de enfeamento do mundo. Será mesmo? O estilo, o design e a beleza se impõem a cada dia como imperativos estratégicos das marcas, apelando ao imaginário e à emoção dos consumidores. No design, na moda, no cinema, produtos carregados de sedução são criados em massa. Arte e mercado nunca antes se misturaram tanto, inflando a experiência contemporânea de valor estético. Gilles Lipovetsky, autor dos incontornáveis O império do efêmero e O luxo eterno, investiga com o crítico de arte Jean Serroy esse oximoro da atualidade: o capitalismo artista. OdinRights Rosto Sumário Introdução As quatro eras da estetização do mundo A artealização ritual A estetização aristocrática A moderna estetização do mundo A era transestética Pode a beleza salvar o mundo? Viver com o capitalismo artista: estética contra estética 1. O capitalismo artista O complexo econômico-estético A inflação do domínio estético O estilo como novo imperativo econômico Uma diversificação proliferante A escalada do efêmero A explosão dos locais da arte A disparada dos preços na arte moderna e contemporânea Um hiperconsumo estetizado Os quatro círculos do capitalismo artista Artes de consumo de massa e capitalismo artista Grande Arte e arte comercial Arte, moda e indústria: o tempo das hibridizações artistas O sistema hipermoda Estilo, hibridização e co-branding Mixagem dos gêneros Quando a arte e a moda se casam A hibridização hipermoderna A expansão econômica dos mundos transestéticos Corrida à concentração: as multinacionais do capitalismo artista Uma economia dos extremos Investimentos financeiros e capitalismo artista A disparada da comunicação: a máquina promocional A arte como profissão Banalização e sonho da identidade artista Profissionalização e especialização das atividades artísticas Brilho das estrelas e trabalhadores da sombra O espírito do capitalismo artista: força da crítica ou poder do mercado? Capitalismo artista e crítica artista Capitalismo artista e mitologia da felicidade O capitalismo artista diante do desafio da exigência ecológica 2. As figuras inaugurais do capitalismo artista As três fases do capitalismo artista A invenção da loja de departamentos: os palácios do desejo Arquitetura: o comércio como espetáculo faraônico Vitrines mágicas Cenários e mise-en-scène: o grande espetáculo As catedrais do consumo O reinado da alta-costura Uma instituição metade artística, metade industrial Produção em massa e gostos estéticos: de Ford a Sloan O modelo e a cópia Série industrial e capricho estético Design, primeiro ato: funcionalismo e mercado Arte, artesanato e indústria A estética industrial a serviço do mercado A segunda era do design Os Trinta Gloriosos Anos do design “O complô da moda” Estilistas e criadores O leve, o descontraído e o juvenil Das lojas de departamentos aos shopping centers A estética pobre das grandes superfícies comerciais A poesia das passagens A invenção do shopping center Espaço kitsch, compras uniformes O tempo suspenso Cinema e música: o nascimento das artes de consumo de massa A indústria do cinema A sétima arte Padrão e singularidade Star-system A estrela como obra de arte A música na era da indústria de massa Do reclame à publicidade A primeira era da publicidade moderna Uma poesia da rua Um novo espírito publicitário 3. Um mundo design Design e economia da variedade Em todos os continentes Arte, design e star-system O tempo dos híbridos Memória, design e vintage Um design emocional O design em todos os sentidos O design, expressão e vetor de individualização Pluralismo e ecletismo O design sustentável 4. O império do espetáculo e do divertimento A era do hiperespetáculo O espetáculo excessivo Gigantismo Choque visual Provocação Escalada da violência Celebridades Espetáculo no espetáculo O sensacional e o abjeto Extensões do hiperespetáculo A realidade “show” Exposições-espetáculo O esporte como grande espetáculo O hipershow das passarelas O videoclipe, ou a hiperestimulação visual Fim da competição espetacular? Réquiem para a publicidade-espetáculo? O belo futuro do hiperespetáculo comunicacional Um mundo kitsch Kitsch, o mundo é kitsch Do kitsch aos kitsch(s) 5. O estágio estético do consumo A cidade a consumir Arquiteturas comerciais e paisagens urbanas Os prazeres da cidade das compras O gerenciamento patrimonial O consumidor transestético A expansão social do consumo estetizado Estetização ou empobrecimento do consumidor? O ambiente de vida e suas ambivalências estéticas Rumo a uma cidade sensível Miséria da paisagem urbana A home personalizada Os refinamentos da boca O embelezamento de si Ditadura da beleza Homens e mulheres Beleza e mundialização Progresso na beleza? Modas e looks Culto da juventude, androginia e individualismo O look e o corpo Tatuagem e piercing O internauta transestético Consumo cultural: do Homo festivus ao Homo aestheticus A dissonância das preferências individuais Tédio e decepção A relação turística com a Arte Homo festivus como Homo aestheticus 6. A sociedade transestética: até onde? Uma ética estética de massa Uma hipermodernidade desunificada As contradições da cultura hipermoderna Valores hedonistas e medicalização da vida Valores ecológicos contra ética estética? A educação contra a permissividade Hedonismo e performance Os paradoxos da sociedade transestética Qualidade de vida e ativismo O virtual e o sensual O falso e o autêntico São todos criativos Amenidade e violência Vida estética e valores morais Sociedade de aceleração e estética da vida Notas Créditos
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