A Constituição contra o Brasil : Ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituição de 1988
معرفی کتاب «A Constituição contra o Brasil : Ensaios de Roberto Campos sobre a Constituinte e a Constituição de 1988» نوشتهٔ Roberto Campos; Paulo Roberto de Almeida، منتشرشده توسط نشر LVM Editora در سال 2018. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.
Roberto Campos sempre esteve a frente de seu tempo e lutou com paciência, humor e ironia, para tornar a política brasileira racional e eficaz. -- Ives Gandra da Silva Martins (jurista, advogado, professor e escritor) Roberto Campos enxergou desde o primeiro momento para onde a Constituição nos levaria: muito detalhe e pouco princípio, muito coração e pouca cabeça, muito direito e pouco dever, muito imposto e pouco serviço. Essa alquimia acabou transformando nossos piores traços culturais em enormes problemas, uma tragédia de difícil cura. -- Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central entre 1999 e 2002) Roberto Campos, um modernizador eclético, foi, sem dúvida alguma, a figura central na formulação de um projeto modernizador para o Brasil. Participante ativo da discussão sobre patrimonialismo em nossa terra, e como dele livrar-se, contribuiu de modo notável para a constituição de uma elite culta, capaz de promover, como dizia, “a transição da era do fetichismo para a era da razão”. -- Antonio Paim (filósofo, historiador e escritor) A Constituição de 1988 resultou ser um testamento de uma ideia de progresso já envelhecida, senão obsoleta quando nasceu, conforme repetidamente demonstrado por Roberto Campos, em cada um de seus escritos sobre a Carta. -- Gustavo Franco (ex-presidente do Banco Central ente 1997 e 1999) Com relação a Roberto Campos existem três tipos de atitudes brasileiras: as várias que apreciam sua excepcional lucidez; os muitos que a ela resistem, com obstinada irritação; e aqueles, inúmeros, que secretamente o reconhecem – mas jamais o confessariam de público, de puro medo do patrulhamento ideológico mais ferrenho e mais imbecil com que o Brasil impensante já brindou alguém. -- José Guilherme Merquior (diplomata, crítico literário e escritor) Reservatório de utopias Nosso querido nosocômio A transição política no Brasil A busca de mensagem Ensaio de realismo fantástico É proibido sonhar O radicalismo infanto juvenil Pianistas no Titanic Por uma Constituição não biodegradável O “besteirol” constituinte - I O “besteirol” constituinte - II O bebê de Rosemary O culto da antirrazão As soluções suicidas Mais gastança que poupança O direito de ignorar o Estado O “Gosplan” caboclo Dois dias que abalaram o Brasil Como extrair a vitória das mandíbulas da derrota Progressismo improdutivo A ética da preguiça O escândalo da universidade A vingança da História As consequências não pretendidas Xenofobia minerária A revolução discreta A marcha altiva da insensatez A humildade dos liberais O buraco branco A Constituição-espartilho Indisposições transitórias Os quatro desastres ecológicos A Constituição “promiscuísta” Desembarcando do mundo A sucata mental Loucuras de primavera Democracia e democratice Nota Zero Dando uma de português As falsas soluções e as seis liberdades O avanço do retrocesso Razões da urgente reforma constitucional O gigante chorão A Constituição dos miseráveis Besteira preventiva Saudades da chantagem O fácil ofício de profeta A modernidade abortada Brincando de Deus Como não fazer constituições As perguntas erradas Da dificuldade de ligar causa e efeito O grande embuste... O nacionalismo carcerário Da necessidade de autocrítica Piada de alemão é coisa séria... O fim da paralisia política O anacronismo planejado A Constituição-saúva Assim falava Macunaíma Três vícios de comportamento Quem tem medo de Virgínia Woolf O estado do abuso Reforma política A Constituição de 1988 é um documento provocativo, inegavelmente criativo, mas, por suas características, desestabilizador da vida nacional. Não há exageros em afirmar-se que seu advento provocou enorme insegurança jurídica, dificultou a governabilidade, inibiu os negócios e investimentos internos e externos, sem falar nos conflitos sociais que gerou, em níveis jamais experimentados entre nós. São grandes as perplexidades suscitadas pelas inovações da Carta de 1988. Essas perplexidades têm se refletido no Parlamento, no Executivo e nos Tribunais, bem como nos inúmeros seminários e congressos em que as novas instituições vêm sendo analisadas e debatidas. Há quase um geral reconhecimento, que o nosso Magno Diploma Jurídico trouxe mais dúvidas do que certezas, tornando-se, sem dúvidas, um entrave à governabilidade e ao desenvolvimento do país. Roberto Campos, profeta involuntário, antecipou todos esses problemas ainda durante a Constituinte, e esforçou-se denodadamente em reduzir a maior parte das irracionalidades propostas. Os artigos aqui coligidos constituem a prova irrefutável de sua luta. -- Ney Prado (Presidente da Academia Internacional de Direito e Economia, Desembargador Federal do Trabalho aposentado, professor aposentado da FGV-SP, ex-membro e secretário geral da Comissão Afonso Arinos).
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