A arte de se salvar: Ensinamentos judaicos sobre os limites do fim e da tristeza
معرفی کتاب «A arte de se salvar: Ensinamentos judaicos sobre os limites do fim e da tristeza» نوشتهٔ Nilton Bonder، منتشرشده توسط نشر Editora Rocco در سال 2011. این کتاب در فرمت pdf، زبان pt ارائه شده است.
Desde tempos imemoriais, o espectro do caos nos ameaça. O que tememos não é o mal em si, mas uma realidade em que o mal e o bem se misturam de forma indistinta. O desespero e a desorientação nos parecem nocivos uma vez que pressentimos que podem nos levar a uma desintegração caótica. Aparato fundamental para a sobrevivência humana, a consciência está ligada ao conceito de controle, eixo principal na construção de uma ordem que organiza a vida. Através do controle, tentamos garantir que nossa existência seja majoritariamente composta pelo que consideramos bom e saudável. O problema é que, muitas vezes, consciência e controle transformam-se em grades que nos aprisionam em uma ordem rígida e pouco útil em situações extremas da vida. Nilton Bonder revela que é chegado o momento de a consciência pedir "concordata" e dizer "o que tiver que ser, será". Não se trata de extinguir a consciência, mas de suavizá-la, confiando que alguma ordem velada subsiste no mundo, embora não a compreendamos. Recorrendo aos ensinamentos do Reb Nachman de Bratslav e a diversas tradições filosóficas, Bonder nos leva a redimensionar alguns aspectos da vida como a finitude, a esperança, o desespero e o vazio existencial, através de uma perspectiva sábia, original e – por que não dizer? – libertária. Folha de Rosto Dedicatória Sumário Epígrafe Introdução I - Ordens e desordens Ocultamento – o meu, o seu, o nosso desespero Aié e Malé – Velamento e revelação Preservação – Distinguindo as dimensões de verdade e amor A concordata (nunca a falência) da consciência A entrega antes da entrega Estéticas fora do caos A estética das coisas no seu tempo certo (Davar Be-itó) A estética das coisas no seu lugar certo (Ba-asher Hu Sham) II - Ordens além da ordem “E viu que era bom.” Bom o quê? A morte A dinâmica das pausas 1/60 de morte 1/7 de morte Sabendo perder para o universo Ruim, não... amargo Amargo, não... bom Tachlis – Objetivamente, sem rodeios Lidando com o que não nos diz respeito Alegria como receptáculo A incomunicabilidade da visão – Nós não temos luz própria III - Desordem – Expansão por contração Com medo do conhecido Teria sido melhor não ter nascido! Os incríveis momentos em que não temos saída O maior de todos os terrores (leia em particular, se tem medo) O direito de pedir (Aquele que Ordenou que o Óleo Ardesse, que Diga ao Vinagre que Queime) IV - Abraçando a desordem A “esgotabilidade” da tristeza Saudades como falta de si mesmo Aprendendo a se salvar O ensinamento deste exato momento (Ora’at ha-sha’á) V - Segredos da desordem Os atrativos de se ficar Purezas e impurezas Montepios e previdências para mortais Con-solo e con-todos Surdo, sim. Cego, não! Enumera teus dias Mostra-nos um amor que possamos compreender (Reb Nachman de Bratslav) Rastreando os limites A impermanência da morte Quando Deus for um Epílogo de outra dimensão Créditos O Autor
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